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terça-feira, 28 de agosto de 2012

CIJ no mês vocacional com a juventude


O mês das vocações vai terminando e com certeza deixando pegadas nos corações de muitos jovens da Paróquia do Mondubim. Durante esse período foram muitos os momentos de encontro com o chamado de Deus.  Conscientes de que Deus quer a sua felicidade, o jovem abraçou com carinho e atenção a proposta de pensar em vocação e entendeu que é por aí que passa o sentido da vida. 

Este mês de agosto já iniciou arrasando. Pela primeira vez foi feita uma experiência vocacional exclusiva para as jovens mulheres: O PROVOCAÇÃO.  As meninas refletiram sobre vocação na companhia de algumas religiosas e do Irmão Bira SJ. “O encontro com as irmãs e outras garotas da minha idade foi rico em formações, partilhas, dinâmicas e de encontro pessoal com o Senhor”, relata feliz da vida Milena, uma das provocadas.


Continuando o mês de Agosto, aconteceu o tradicional Despertar vocacional. Aqui junto com os crismandos das áreas A,B,C e D, os vocacionados da CIJ conduziram este momento para um olhar sobre a vocação como chamado que o Pai faz a todos nós e uma resposta que todos deveríamos dar.  Foi também foi uma oportunidade de refletir sobre o chamado na Companhia de Jesus: para qual missão, de que forma e para quê Deus chama a todos que querem ser Jesuítas.
Desejosos em também temperar o mês vocacional, os universitários realizaram o seu primeiro acampamento em Baturité-CE. Longe de casa e da comodidade da tecnologia na cidade, eles puderam fazer uma experiência de contato consigo mesmo no silêncio.







Essa experiencia também lhes proporcionou um encontro com o outro ao caminharem juntos e compreenderem os limites de cada um e contato com o mundo, uma vez lançada a proposta de serem como Cristo, sempre disposto a se doar em favor do outro.

Aproveitando a ocasião onde todos os ânimos se voltam para o tema vocação, os vocacionados do GAVI este mês se retiraram e aprofundaram mais a reflexão do chamado de Deus. 



Em silêncio puderam fazer a experiência de aguçar os sentidos para perceber por onde o Senhor os chama, qual o desejo de Deus para cada um deles e onde eles encontram o seu lugar na dimensão do serviço.













E já em clima de JMJ os jovens da paróquia realizaram a caminhada vocacional 2012. Em cada passada lembrando que a juventude quer caminhar neste mundo como sinal da presença de um Cristo que escolhe viver. .

Os jovens incansáveis caminharam sem perder a alegria como que sentindo um gostinho da experiência da JMJ que está chegando.
Na parte da tarde aconteceu a nível de arquidiocese a jornada vocacional e lá estava marcando presença o estande dos jesuítas com o Ir. Bira, alguns jovens e os vocacionados 
E para encerrar esse recheado mês vocacional acontecerá sexta, dia 31, o Sexta em Cena. É bom reforçar o convite, chame seus amigos para fecharmos este mês com chave de ouro!!!







segunda-feira, 12 de julho de 2010

Missão em viçosa - parte 2



Depoimento de Adriano Lima (Comunidade Esperança, paróquia do Mondubim - crismando - trilheiro). Ele é o que está no meio (foto)

O que você aprendeu na missão?
Que há pessoas que necessitam muito mais de ajuda que eu, em todos os âmbitos. Encontrei pessoas maravilhosas, respeitosas e muito generosas.
O que você aprendeu sobre a sua vida de igreja? Para minha vida na igreja, aprendi que é preciso conhecer mais sobre a bíblia, que não devemos ficar ligados aos bens materiais, que a vida vale muito mais do que imaginamos.
O que vai ser inesquecível?
O acolhimento e a experiência de visitas, a experiência de escutar as pessoas e rezar com elas.
Frutos da missão em sua vida: Quero saber mais sobre Cristo, sobre a bíblia. Sinto mais necessidade de rezar e desejo ficar cada vez mais na comunidade. Cresceu em mim o desejo de fazer mais missões populares.

terça-feira, 20 de abril de 2010

DEPOIMENTO SOBRE O RETIRO COM UNIVERSITÁRIOS


Juliana (Comunidade Conj. Esperança, faz: Secretariado Executivo - Faculdade Ateneu)

O retiro foi um momento de reflexão, comunhão e partilha. Que Deus nos dê o dom da perseverança para que possamos ser semeadores da sua palavra e seus ensinamentos. Foi um momento curto que nos trouxe um aprendizado pra vida toda.
Rezamos a partir do tema "Criados para amar", seguindo o Príncipio e Fundamento Inaciano. A partir do momento que conhecemos esses príncipios, passamos a enxergar nosso Deus de forma diferente, quebramos os fetiches e as falsas imagens que criamos. Percebemos, encontramos e sentimos o tempo todo a presença de Deus vivo dentro de nós e o desejo de "incendiar o mundo com a chama do seu amor".
Por fim, passamos a ver o mundo de forma diferente com um olhar mais humano e um desejo de mudança.

Muito obrigada Senhor por esse grandioso momento!
Agradeço também a todos que contribuiram para que ele se realizasse! Juliana.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Depoimento Voc. Rafael - Fortaleza




A nossa experiência teve seu início no dia 19 de fevereiro, quando todos começamos a chegar na CVSPC (Comunidade Vocacional São Pedro Claver). Logo sentimos um "frio na barriga" ao chegarmos em Fortaleza: como será o dia na casa? quem virá para morar? etc. Porém, nos acalmamos quando chegamos em casa e nos encontramos como grupo. Que alegria foi ver que de várias partes do Brasil, muitas pessoas desejam discernir sua vocação, desejam buscar uma experiência profunda com Deus. Enfim, fomos nos conhecendo melhor e conhecendo também o lugar e realidade de cada um. Assim, vamos nos "incultarando" aos poucos. O sentimento em mim agora é de uma profunda alegria, de modo especial de poder experimentar a graça de Deus em minha caminhada. Desse modo, continuaremos firmes neste ano de 2010, descobrindo, experimentando e buscando o "magis" como fez Santo Inácio de Loyola.

Agora já estamos de volta a Fortaleza, estivemos três dias no Iguape, num momento de entrosamento, onde conhecemos mais o modo de proceder da Companhia de Jesus no que diz respeito a Pastoral Social e Voluntariado (Pe. Pinto Junior falou para nós), como também, rezamos numa manhã de oração o nosso chamado (Pe. Jonas nos introduziu na oração), tivemos um momento autobiográfico (com o Pe. Laércio), daí partilhamos vida, alegrias, histórias e começamos a construir juntos aquilo que será um pouco de nossa vida em 2010 em Fortaleza através do Marco Referencial da Comunidade Vocacional 2010. Pelo grupo, Rafael Ricardo(vocacionado).

terça-feira, 31 de março de 2009

DESPERTAR VOCACIONAL...

Como escutar Deus hoje? Esta foi a indagação que trouxe os jovens da Paróquia de Todos os Santos (Feira de Santana-BA) e da Área Pastoral de Tiquaruçu-BA ao nosso Encontro Vocacional Paroquial, do dia 21 de março deste ano. Foi um encontro bastante dinâmico e animado pelos próprios jovens da comunidade. Contamos com a presença de outras religiosas e leigas que compõem a nossa equipe pastoral vocacional. Num mundo cheio de ruídos, acreditamos ser ainda hoje possível encontrarmo-nos com Deus na medida em que nos deixemos ter interpelados por Ele pela mediação do próximo. Aos jovens que buscam se encontrar, força e iluminação no caminho do seguimento. (Alexandre Rosas, noviço jesuíta)

quinta-feira, 26 de março de 2009

GAVI RECIFE: Discernimento inaciano...

GAVI –Recife 21 e 22 de Março de 2009
A experiência Inaciana de Discernimento
“Ôte maintenant
Tes souliers
et chausse à ton pied
Quelques pelotes de nuées
Car ice désormais
Est la demeure d'un ciel
La demeure d'un ciel”
(La demeure d'un Ciel, Camille)

Em dois dias de encontro pudemos aprofundar outro ponto da vida e vocação de Santo Inácio, iluminando nossa caminhada de vocacionados, aprendizes do discernimento. Nesses dias contamos com a presença e orientação do coordenador vocacional da província Agnaldo Júnior SJ.
No primeiro dia, os vocacionados puderam conhecer uma comunidade que é atendida pelos Companheiros, presentes no Bairro de Dois Unidos, bairro carente na cidade do Recife, na Zona Norte, um morro que em sua simplicidade forma belas imagens com suas casas umas próximas às outras.
A comunidade Santo Inácio de Loyola, é nova e bem pequena. A proposta é que os vocacionados do Gavi aos poucos assumam as atividades religiosas nessa comunidade, como a catequese e a animação litúrgica, formando uma Igreja viva através animação de agentes de pastoral.
Uma grande alegria estava no meu peito. Tinha conversado à tarde com o Agnaldo questões relacionadas com o meu discernimento. E o jantar na casa da família de D. Silvia e Sr. Joaquim foi muito parecido, para mim, com uma realidade de comunidade: simplicidade, zelo e uma cumplicidade. Sem contar com a alegria desse encontro.
No retorno pude conhecer melhor a experiência de discernimento de cada um dos membros do Gavi. A partilha foi bem espontânea, seguida de um documentário sobre o jubileu inaciano, que mostrava a forma de ser dos Jesuítas: homens que são chamados a ficarem na corda, a manterem o equilíbrio das polaridades deste mundo.
Na madruga do domingo. (Rs. Amigos, o dia começou pelas 6 horas da manhã o que não estou muito acostumado. Rs.) Fizemos nossa oração comunitária e em seguida aprofundamos com um tempo de oração pessoal. Foi-nos proposto rezar a experiência de Deus como a raiz fundamental da vocação. E perceber como se deu esse chamado à vida religiosa.
E fui revisitando como encontrei Deus no ensino médio, pela leitura de livros na biblioteca de um Deputado Estadual que transformara sua casa em uma sala de leitura. E rezava como nos primeiros dias, não só com a mente, mas, sobretudo, com o meu corpo.
Refletindo à tarde sobre o discernimento em Santo Inácio pude novamente entrar em contato com o que vivi nos tempos de adolescente. Quando descobri que muito mais que uma realidade que posso sentir, tenho uma vida de interioridade que tenho que alimentar pela oração e escuta.
Esse foi um dos Gavi que mais falei e mais interagi com meus parceiros. Por isso que canto com Camille em sua letra ingênua: “Tire agora/ Os teus sapatos/ e pisa nas nuvens,/ Pois de agora em diante, aqui/ É a mansão de um céu”.
Saí desse encontro com a intenção de fazer com que a minha ação concreta seja rezar mais, e mais profundamente.
(Degles, vocacionado)

domingo, 23 de novembro de 2008

BEATO AGOSTINHO PRÓ




O Mártir do México



Miguel Agostinho Pró Juárez, mexicano, nasceu em Guadalupe em 1891. Filho de família piedosa, ingressou na Companhia em 1911, em período de conflitos políticos e movimentos contra a Igreja. A feroz perseguição do governo mexicano desterrou-o junto com todo o Noviciado, os jesuítas foram expulsos do país. Teve sua formação feita no exílio. Viveu nos EUA, Espanha, Nicarágua e Bélgica. Distinguia-se entre seus irmãos por sua alegria e animação constantes, sua simplicidade, o contato com os operários e seus freqüentes problemas de saúde. Ordenado depois da sua cura milagrosa em Lourdes, retornou ao México em 1926. Disfarçado, corajoso, incansável, perseguido por toda a polícia do México, realizou seu apostolado em meio à proibição do culto religioso e sob perseguição cerrada. Aprisionado sob falsas acusações, foi fuzilado com seus irmãos sob os gritos de «Viva Cristo Rei». Foi beatificado em Roma, por João Paulo II, em 1988.



“A cruz é, para nós, amor, amor ardente, amor constante, loucura de amor"

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Com Perpétuo Socorro celebramos a HISTÓRIA e a VIDA




Blog JESUITAS – O que você está achando dos festejos?
Está sendo ótimo as noites: participação, organização e um parabéns especialmente pelo envolvimento das comunidades na animação do novenário que demonstra empenho e trabalho para que tudo transcorra bem. Os padres convidados estão nos ajudando a rezar. Parabéns pela festa!
Suzana ( Apolo XI)






Estamos felizes com a festa que está bonita. Cada ano está melhor. Que Nossa Senhora abençoe nossos padres e o Espírito Santo os iluminem para que as homilias ajudem-nos. Ficamos tocados e ajudados como a homilia do Pe. Teles.
Nelito e Nadir ( Conjunto Esperança)


Parabenizo ao Pe. Eliomar e a Comissão responsável pela organização do novenário. Sugiro que haja confissões antes da missa. Sinto a falta dos Pe. Hugo e do Pe. Campos nas noites.
Abraço fraterno, Neide ( Conjunto Esperança)

terça-feira, 25 de março de 2008

Pe. Tabosa e sua nova Missão

Pe. Tabosa viajou hoje à tarde para a Inglaterra para o estudo da língua Inglesa em Birmingham, seguindo da terceira provação em Dublim (Irlanda).
Os estudantes do Colégio Santo Inácio em Fortaleza, familiares, amigos e funcionários estavam no aeroporto Pinto Martins para dizer muito obrigado e desejar muita luz na nova missão do Pe. Tabosa.
Alunos falam:
Camila Saraiva e Natália Maria: Pe. Tabosa cumpriu a sua missão aqui no Ceará, guiando seus alunos e ensinando-lhes que o melhor CAMINHO nem sempre é o mais fácil, além de 'BENDIZER AO SENHOR E DAR GRAÇAS A DEUS'. A nossa saúdade fica e beijos!
Thiago Monte: Caro Pe. Tabosa, saiba que você estará marcando a nossa história para SEMPRE. Um grande abraço!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

LEMBRE-SE DO ROSTO DE MEI MINGA


Vida da gente é cheia de imprevistos. Às vezes são acontecimentos, às vezes pensamentos, imagens, idéias que nos surpreendem. Dessa vez foi um filme, ou o trecho de um documentário enviado por Bito, amigo jornalista. Não me recordo de haver visto algo tão duro, tão triste e revoltante como ver Mei Ming morrer de fome, de abandono, de tristeza. Toda a vida do mundo está ferida de morte. Mas é exatamente ao lado dessa criança que é preciso anunciar o mistério e a presença do Deus da Vida.Mei, em mandarim, significa bonita. A beleza de seu rosto, no entanto, esconde-se por detrás de uma montanha de sofrimento. Essa menina, explica-nos o documentário, fora por duas vezes abandonada e, no último destino ao qual chegou, foi condenada ao “quarto da morte” por seus algozes. Permaneceu dez dias sem nenhuma assistência, até sua morte diante das câmeras. Segundo esse documentário, que suponho datar dos anos oitenta, Mei é apenas uma das muitas crianças, sobretudo meninas, vitimadas pela política do filho único. Incentivados por essa política de controle populacional, associada à tradição milenar que supervaloriza os filhos varões em detrimento das mulheres, inúmeros pais assassinam ou abandonam seus filhos. De acordo com os autores desse documentário, alguns orfanatos mantidos pelo Estado, ao menos aqueles visitados pela equipe, as crianças são vítimas de inúmeras formas de crueldade, desde passarem o dia atadas a uma cadeira, até morrerem abandonadas como Mei. É difícil averiguar a extensão do problema. É mais difícil ainda saber qual a realidade atual do comportamento diante das crianças do sexo feminino, uma atitude que tende a mudar senão por outra coisa apenas pelo fato de que as conseqüências da desproporção entre homens e mulheres faz-se sentir gravemente. Mas nada disso apaga os gemidos de agonia que Mei continua a lançar ainda hoje. Toda a criação geme com ela em seu leito de morte.Quando as Escrituras registram a história do bom samaritano, elas colocam na boca de Jesus um verbo para descrever o sentimento do samaritano diante do homem ferido. Com esse verbo, Jesus diz que o samaritano “sentiu remoerem-se as entranhas”, o que a maior parte das Bíblias traduzem como “teve compaixão”. É verdade, ter compaixão não é ter pena, é sentir o sofrimento do outro de alguma forma tocar suas próprias entranhas. Toda forma de justiça cristã nasce dessa experiência, que é mais que um sentimento. Associamo-nos à dor do outro, e isso nos move. Não é que não possamos, é que não conseguimos permanecer indiferentes. Junto com o Grupo OPA, o projeto da BrinquedOPA (http://brinquedopa.blogspot.com) que iniciamos em Jenipapo, no Marajó, depois em Vazantes (CE) e Natal (RN) nasce desse desejo: oferecer uma presença, antes de oferecer uma solução. De fato, nossa presença é o que temos de mais precioso para oferecer aos outros. Embora o rosto de Mei esteja associado a um evento preciso, a um lugar particular do globo terrestre, seu gemido tem a intensidade do grito de sofrimento de todas as crianças. Na Ásia, na África, no Brasil, em qualquer língua ou cultura, nós, cristãos, somos chamados a estar ao lado, a sermos acessíveis, a sermos irmãos de quem sofre. Sobretudo os pobres. Sobretudo as crianças.Eis uma missão urgente para nós, cristãos, e para todas as pessoas de coração justo: promover uma cultura na qual cada indivíduo é considerado pessoa, tem um nome, uma história jamais reduzidas a um número. Daí nascerá nosso combate às situações de injustiça, sobretudo de violência política, nas quais pessoas são reduzidas a um montante e a dignidade humana é ferida. O rosto de Mei é o rosto de Cristo. Quem tem olhos para ver, veja. Seu gemido é expresso numa língua que apenas os corações compassivos conhecem. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

sábado, 26 de janeiro de 2008

¡De corazón le decimos gracias, P. Kolvenbach!


Por casi 25 años el P. Peter-Hans Kolvenbach ha dirigido la Compañía de Jesús, con total dedicación. La CPAL se asocia a rendir gracias a Dios por el tiempo que lo tuvimos como nuestro General. Manifiesta también gratitud y reconocimiento a la persona de P. Kolvenbach, a su equipo de la Curia General y a tantos otros colaboradores/as.
En la sesión en la cual fue aceptada la renuncia del P. General, el día 14 de enero 2008, el P. Valentín Menéndez ha expresado, en nombre de toda la Compañía, el reconocimiento al P. Kolvenbach por los relevantes servicios prestados y por su ejemplo de vida. Las palabras del Padre Menéndez fueron recibidas con un largo y caluroso aplauso de todos los Delegados, puestos en pie. A continuación habló Padre Kolvenbach. Se dijo “agradecido por el privilegio de haber podido encontrar y acompañar a tantos amigos en el Señor” durante su tiempo de generalato. Y ha acrecentado: “Deseo que ningún jesuita se sienta excluido de este profundo reconocimiento". Agradeció al Papa, a sus colaboradores en la Curia, que han ayudado “todos los días y durante años a llevar adelante la responsabilidad de la Compañía” y a todos los Superiores Mayores dispersos por el mundo.
P. Hermann Osório, del equipo central de la CPAL, ofrece el siguiente testimonio: “Terminamos el día (14 de enero) dando infinitas gracias a Dios por el regalo que ha sido la vida y el servicio del P. Kolvenbach. Un hombre que ayudó a toda la Compañía a mantenerse fiel a su carisma y a la Iglesia, sin perder el impulso y la ‘fidelidad creativa’” (Crónica séptima, del 14.01).
El 20 de enero, durante la procesión de entrada para la celebración de acción de gracias en el Gesù, brotaron dos mociones de ‘aplauso’ en medio del pueblo de Dios: la primera, cuando entró en la procesión, como un vecino más, el P. Peter-Hans Kolvenbach; la segunda, cuando entró el nuevo General, P. Adolfo Nicolás.
Fonte: www.cpalsj.or

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Crônica da 35 CG - dia 22 de Janeiro




Hemos vivido una mañana de decisiones rápidas, pero sustanciales. Los temas habían sido preparados ayer por asistencias, de manera que fue un ejercicio diligente. Elegimos un Secretario y dos ayudantes para la etapa ‘Ad negotia’, de la Congregación General. Igualmente, elegimos a los miembros de la Deputatio Ad negocia, que serán los que determinen los ritmos del trabajo y la orientación fundamental, junto al P. General. Esta ‘Deputatio’ cuenta con un representante de cada Asistencia y retoma el trabajo que venía haciendo el ‘Coetus praevius’, como preparación de la CG. Para estas votaciones utilizamos el novedoso sistema que tiene el Aula, de modo que cada uno puede dar su voto de una manera muy ágil y los resultados son proyectados en la pantalla, a la vista de todos los presentes. Cada uno de nosotros tiene un aparato a través del cual puede votar por los nombres que quiere, manteniendo el secreto de la votación y garantizando la agilidad en el conteo de los votos.
Una vez cumplidos estos procesos, la ‘Deputatio ad negotia’ comenzó su trabajo junto al P. General. Los demás nos fuimos a celebrar la eucaristía en grupos lingüísticos. La nuestra fue organizada por la Provincia de Brasil Centro. Presidió Edson Andretta, maestro de novicios y estuvieron con él, Carlos Palacio, Provincial de BCE y Carlos Salomão, originario de BCE y ahora, Provincial de Mozambique.
En la tarde, nos reunimos para escuchar la propuesta de trabajo de la ‘Deputatio ad negotia’ y para que todos manifestáramos en qué grupos temáticos y en qué lengua queríamos trabajar. Con esta información, se organizarán grupos lingüísticos para comenzar ya el trabajo de reflexión sobre los decretos. La tarea es responder dos preguntas: ¿Qué le queremos decir a la Compañía universal? y ¿Cuál puedes ser el mejor ‘apoyo’ que podemos darle al nuevo General para su gobierno?
Ha sido publicado en varios sitios de la Compañía un texto escrito por el P. Adolfo Nicolás antes de la CG en la que expresa seis esperanzas frente a la CG 35. Por ser un texto valioso y orientador, he querido incorporarlo a estas ‘Cónicas’. Hay que tener en cuenta que la versión oficial es en inglés y que esta es una traducción ‘no oficial’. (TEMOS A VERSÃO EM PORTUGUES, NÃO OFICIAL, FEITA PELO ESCOLÁSTICO MOISES E ESTÁ NESTE BLOG) Aquí van sus reflexiones:
“¿Podemos ser realistas? Aún puedo recordar GC34. Son recuerdos cariñosos, llenos de buen humor y desafiantes. No éramos realistas. Imagínense: 220 jesuitas deciden abordar 46 temas, trabajar con ellos durante tres meses, producir 26 documentos y manejar solemnemente y aprobar 416 normas complementarias. Por lo tanto, no nos sorprendió cuando surgió la crisis: crisis de contenidos, de gestión y de esperanza. El próximo año vamos a estar cerca de 230 miembros. Mi ferviente esperanza es que seamos realistas en relación a cuanto una CG puede hacer decentemente bien, lo que no puede, y lo que debería dejar al nuevo Padre General y su equipo.
¿Podemos ser transparentes? La transparencia se ha convertido en algo difícil en nuestro pequeño mundo. ¿Cuándo fue la última vez que un gran líder ha podido confesar pecados sustanciales en público y seguir liderando el rebaño, el país, la Iglesia? Y, sin embargo, nuestras CCGG siempre han comenzado con un honesto y franco reconocimiento de aquello en que vamos mal, lo que falta en nuestras vidas, lo que se ha distorsionado o herido en nuestro espíritu, lo que necesita conversión, renovación o reforma radical. Mi sincera esperanza es que podemos hacerlo de nuevo.
¿Podemos ir acompañados? Lo mejor de una CG es el evento en sí mismo, vivido como un 'evento del corazón’. Es un tiempo de intensa búsqueda y de estimulante intercambio, donde las preguntas y las respuestas no vienen linealmente, sino que danzan dentro de nosotros y en torno a nosotros, al ritmo de fraternal y humilde apertura mutua. Mi esperanza es que esto le ocurra a toda la Compañía de Jesús. Espero que nosotros tomemos parte activa en la preparación de la Congregación desde el interior de nuestros problemas comunes. La oración, la reflexión y el intercambio son el don y la contribución. Espero que los que no van a Roma monitorearan y seguirán de cerca los acontecimientos, con la misma esperanza, la misma intensidad de la búsqueda, la misma voluntad de cambio, para ser guiados por el Espíritu de nuestro Señor. Esta será nuestro mejor acompañamiento.
¿Podemos ser creativos? Tengo la impresión, todavía imprecisa y difícil de definir, de que hay algo importante en nuestra vida religiosa que requiere atención y que no la está obteniendo. Ciertamente hemos sido diligentes en el tratamiento de nuestros problemas cada vez que los hemos visto: la Pobreza (CG 32 en 1974 y 34 en 1995), la castidad (CG 34), la comunidad (Provinciales en Loyola)... Pero el malestar en la Compañía y en la Iglesia no ha desaparecido. La pregunta para nosotros es: ¿es suficiente que estamos contentos con nuestra vida y mejorando nuestro servicio y ministerio? ¿No hay también un factor importante en la percepción de la gente (Vox Populi), que nos debería conducir a una reflexión más profunda sobre la vida religiosa hoy? ¿Cómo puede ser que obtenemos tanta admiración y tan poco seguimiento? Por lo tanto, una de mis esperanzas es que en la CG 35 pueda empezar un proceso dinámico y abierto de reflexión sobre nuestra vida religiosa que sea el inicio de un proceso de re-creación de la Compañía para nuestro tiempo, no sólo en la calidad de nuestros servicios, sino también y principalmente en la calidad de nuestro testimonio personal y comunitario para la Iglesia y el Mundo.
¿Podemos ser prácticos? La época en que vivimos y que nuestros jóvenes jesuitas viven, es una época de cambio muy rápido. Las nuevas tecnologías y las nuevas posibilidades de comunicación pueden hacer una gran diferencia. Estamos utilizando algunos. No nos sentimos libres para utilizar otros. Tal vez una cierta moderación en el uso de los nuevos medios sea bueno para nosotros. Tal vez no. Es tan difícil saber lo que va a pasar dentro de siete o diez años. Mi esperanza es que la próxima CG abra el camino para futuras CCGG, dando al nuevo General y a su Consejo la libertad para discernir y elegir los mejores medios para preparar y llevar adelante las Congregaciones del futuro.
¿Podemos ser breves? No quisiéramos que la CG 35 se convierta en un ejercicio de paciencia. Una CG no es una "panacea" para todos los problemas que se pueden enfrentar. Se trata de una ayuda de gran valor, pero básicamente orientada para la continuación del crecimiento en el Espíritu y para el Apostolado de la Compañía en su conjunto. Por lo tanto, mi esperanza final es que vamos a ser tan claros en relación con los objetivos, y tan centrados en nuestro trabajo, que podamos hacer este servicio a la Compañía y la Iglesia dentro de un plazo razonablemente breve”.
Hasta aquí el P. Nicolás… Más claro no canta un gallo…
Un abrazo de hermano y amigo en el Señor,




Hermann Rodríguez Osorio, S.J.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Hoje a Igreja celebra um santo Jesuíta: São Pedro Canísio.

Nasceu na Holanda, Nimega, em 1521. Gostava de passar o tempo livre no mosteiro dos Cartuxos. Era advogado, e de família rica, mas ninguém suspeitava que ele carregava o silício. A leitura dos exercício espirituais escrito por Santo Inácio, causou uma reviravolta na vida de Pedro, ele entrou para a companhia de Jesus, e foi o oitavo que emitiu os votos solenes. Possuía uma enorme cultura teológica, zelo, e operosidade, mas também possuía um espírito pacífico e conciliador.Escreveu obras de erudição e catequéticas, adaptando o ensino à capacidade dos pequenos e dos grandes. Ocupava o seu tempo na oração e penitência. Morreu em Friburgo, na Suíça, a 21 de dezembro de 1597, e recebeu o título de doutor da Igreja em 1925.
São Pedro Canísio...rogai por nós!


Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Parabéns, Ir. Luis Edilberto,sj


Rezemos pelo nosso aniversariante do dia, o jesuíta IR. EDILBERTO! Ele mora na Comunidade Monteiro da Cruz ( Fortaleza) e sua missão apostólica é ser ministro da comunidade e coordenador Geral do curso noturno do Colégio Santo Inácio.

Ir. Eudson Ramos fala da IMPORTÃNCIA do Retiro PROJETO DE VIDA

É uma experiência de Deus para aprofundar a fé. É um encontro pessoal com o DEUS da VIDA, com a finalidade de comprometer-se com o Projeto de Vida que mais aproxima o Jovem da PROMOÇÃO DA JUSTIÇA e do SERVIÇO AOS IRMÃOS. Esse retiro colabora para que o jovem "organize sua vida" elaborando seu projeto de vida e se prepare para as decisões que poderá tomar em relação ao estado de vida que deseja assumir para si, segundo a vontade e apelo Divino.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Jovens falam de suas expectativas para o início do RETIRO PROJETO DE VIDA

Gonçalo
É de discernir a forma pela qual tecerei o meu futuro, como consagrado a Deus, a qual não deve contrariar sua santa vontade. Tenho fé de que o Espírito Santo conduzir-me-á, e todos os demais vocacionados, nestes dias de oração e escuta.

Jefferson

A preparação para a vivência de nova experiência é sempre um momento de expectativa. Anseio por adentrar profundamente e viver essa intimidade que nos aproxima de Deus. Desejo estar totalmente aberto aos apelos do Pai para em tudo fazer a sua vontade.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Convivência 4º dia - Missiologia


Isaías - A reflexão sobre a missão ajudou-me a compreender o que é missão além fronteiras e também dificuldades que aparecem no decorrer da caminhada. Tudo isso confirmou, ainda mais a minha vocação de ser Companheiro de Jesus no serviço aos irmãos.



Jesus - Apronfundei o que é ser missionário e que a missão começa ao sair da casa e ir ao encontro dos mais pobres e necessitados: " Ir onde ninguém quer ir ". Atitude que precisamos cultivar indo ao encontro das pessoas é o espírito sensível dos sinais de Deus que já estão presentes.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Testemunhos: Experiências com catadores e idosos.

Vocacionados:

Luís Antonio - Visitando o Lar Torres de Melo pude analisar mais de perto uma realidade até então meio que distante do meu contexto... Um mix de sofrimento e alegria me surpreendeu nessa visita. Alegria por parte dos idosos que sempre estão felizes recebendo bem e com muito ânimo os seus visitantes e sofrimento por saber que ainda hoje encontramos tanta dificuldade em realizar um trabalho tão bonito, principalmente na arrecadação de recursos suficientes para promoção da saúde e bem-estar a essas pessoas que merecem seu devido descanso.


Daniel - Trabalhando com os agentes ambientais no parque Santa Rosa tive a experiência de poder dar mais valor a difícil realidade dos catadores. Aprendi com seu Abrão (catador) que tudo pode ser reapoveitado e nem sempre tudo é lixo. São agentes que ajudam a criar uma consciência ecologica