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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

NOVIÇOS PARTILHAM EXPERIÊNCIA DOS EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS DE 30 DIAS



Segue a experiência dos nossos noviços contada por eles mesmos:

"Amados e amadas em Cristo: quanta alegria termos feito o primeiro experimento do Noviciado, os Exercícios Espirituais de 30 dias, que aconteceu no Mosteiro do Salvador (Beneditinas), capital da Bahia. Momento de muita intimidade e graças de Deus Pai. Partilhamos aqui um pouco de nossas experiências neste tempo de Deus em nossas vidas:

Arthur: "Diria que os exercícios espirituais representaram, para mim, um olhar tanto para os mistérios da vida de Jesus – como caminho ao Pai – (contemplação), quanto para mim mesmo, a partir de minhas necessidades pessoais, medos primários, desejos básicos, motivações, mentalidade etc. (meditação). Tal fato resultou, de um lado, que a paixão pela figura de Cristo aumentasse e, por outro lado, que eu pudesse me conhecer melhor (auto-conhecimento), abrindo-me vários desafios com os quais terei de lidar para uma consagração de vida mais coerente e radical. A experiência foi fundante e reveladora!"

Bruno: “Olhar a Divindade e a partir de seus olhos contemplar a criação.
É esta uma das definições que posso dar da experiência dos EE para mim, pois a partir dela sinto-me com um novo olhar sobre as pessoas e todo o resto criado pelas mãos de Deus. O exterior pode permanecer o mesmo, no entanto, o desejo interior de estar cada vez mais livre para servir a Jesus Cristo pobre, presente no povo, aumenta."

Clebson: "Posso resumir este retiro em uma palavra: “gratidão”. Deus pela sua bondade e infinita misericórdia me conduziu com seu Santo Espírito nestes dias de graça e confirmação em minha vida. Ver a manifestação do seu amor na criação, nas criaturas, nas realidades e em seu filho Jesus, que viveu intensamente em meio ao povo, seus desafios, alegrias, tristezas, dificuldades, mas sobre tudo sem perder a comunhão com o Pai.
Olhar para a humanidade deste Deus é motivação e ânimo para assumir com amor e alegria o que Ele quer de mim, mesmo sendo pecador, mas chamado a serví-lo. Neste retiro quanto mais me doei, mas colhi os frutos: amor, fé renovada, confiança e um desejo maior de servir àqueles/as que mais sofrem e necessitam, assim como fez Jesus e a seu exemplo tantos outros/as que gastam e gastaram suas vidas por amor do Reino. E termino com uma frase marcante que ficou: ´Não fostes vós que me escolhestes, fui Eu quem vos escolhi`”.

Agradecemos a todos/as que rezaram por nós, que Deus por intercessão de nossa Mãe Santíssima os abençoe!!! Permaneçamos no amor de Deus... Abraços.

Arthur, Bruno, Clebson e Luzimar
“Que o amor que me move e faz escolher desça do alto” 
((EE 184))


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

103 ANOS DO NASCIMENTO DE DOM HELDER

Dom Helder nasceu há 103 anos. A vida do Dom Helder é como uma mina de ouro que precisa ser sempre e cada vez mais explorada, como um dom maravilhoso de Deus. Vida de uma beleza, que podemos dizer, diferenciada, nos seus gestos raríssimos em favor da vida dos empobrecidos, dos “sem voz e sem vez”. Ao assumir a Arquidiocese de Olinda e Recife em abril de 1964, disse: “Quem estiver sofrendo, no corpo ou na alma; quem, pobre ou rico, estiver desesperado, terá lugar no coração do bispo”.

Dom Helder, pequeno na estatura, mas grande nos sonhos, nos ideais e na santidade, colocou sua vida nas mãos do Pai, com a firme convicção e com confiança inabalável, que a pessoa humana é o que existe mais sagrado na face da terra porque é imagem e semelhança de Deus, tomando para si as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens de hoje, sobretudos dos que mais sofrem (cf. GS 200).

O sonho carregado ao longo da vida e acalentado no seu coração foi o de colocar a criatura humana em um lugar de destaque, também num lugar bem elevado. Marcou profundamente uma época e nos deixou um grande legado e lição. A lição de que o deserto da nossa vida tem que ser fertilizado pela Palavra de Deus e que a vida está acima de tudo, que ela é mais forte do que tudo, mais forte do que a morte.

Dom Helder, com sua inteligência privilegiada, sempre demonstrou firmeza nas atitudes e coerência nas ideias, que podemos perceber através dos seus pensamentos: “Quando houver contraste entre a tua alegria e um céu cinzento, ou entre a tua tristeza e um céu em festa, bendiz o desencontro, que é um aviso divino de que o mundo não começa nem acaba em ti”. “Quem me dera ser leal, discreto e silencioso como a minha sombra”.

A vida de Dom Helder, com aquele corpo franzino, que se agigantava na pregação da fé e da justiça e daquela voz inconfundível e extraordinária, que se transmutava em possantes amplificadores na defesa da vida fraterna e da paz, ficou o exemplo de dignidade e marcou em profundidade a história da humanidade. Ele queria ser lembrado com esta frase: “A imagem que gostaria que ficasse de mim é a imagem de um irmão”.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

FALECIMENTO Pe. SANTANA SJ


Após a visita do Pe. Miguel no início da tarde de hoje, na qual rezou com ele uma Ave Maria e agradeceu pela sua missão de rezar pela Companhia, Pe. Santana fez sua páscoa definitiva.

Partiu ao encontro daquele a quem dedicou toda a sua vida, num serviço humilde e cativante.

Dentre tantas missões que já desempenhou, confiado pela Companhia, jamais esqueceremos os vários anos que passou no Juniorado, em João Pessoa, como professor de Literatura. Váriás gerações de jesuítas tiveram a graça de conhecê-lo de perto, tê-lo como professor, orientador espiritual, amigo, conselheiro etc.

Pedimos ao Senhor que o acolha calorosamente no Reino que para todos nós o preparou.

As fotos foram tiradas no Encontro dos Padres Jesuítas Jovens da Provincia Brasil Nordeste em setembro do ano passado aqui em Fortaleza, na Casa de Saúde - São Luis Gonzaga.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

BEATA MADRE TERESA DE CALCUTÁ



"Qualquer ato de amor, por menor que seja, é um trabalho pela paz." Mais do que falar e escrever, Madre Teresa vivenciou este seu pensamento. Nascida a 27 de agosto de 1910 em Skoplje (Albânia), foi batizada um dia depois de nascer. A sua família pertencia à minoria albanesa que vivia no sul da antiga Iugoslávia. Seu verdadeiro nome era Agnes Gonxha Bojaxhiu.
Pouco se sabe da sua infância, adolescência e juventude, porque Madre Teresa não gostava de falar de si própria. Aos dezoito anos, surge-lhe o pensamento da consagração total a Deus na vida religiosa. Obtido o consentimento dos pais, e por indicação do sacerdote que a orientava, entrou, no dia 29 de setembro de 1928, para a Casa Mãe das Irmãs de Nossa Senhora de Loreto, situada na Irlanda.
O seu sonho, no entanto, era a Índia, o trabalho missionário junto aos pobres. Cientes disso, suas superioras a enviaram para fazer o Noviciado já no campo do apostolado. Agnes então partiu para a Índia e, no dia 24 de maio de 1931, faz a profissão religiosa tomando o nome de Teresa. Houve na escolha deste nome uma intenção, como ela própria diz: a de se parecer com Teresa de Jesus, a humilde carmelita de Lisieux.
Foi transferida para Calcutá, onde seguiu a carreira docente e, embora cercada de meninas filhas das melhores famílias de Calcutá, impressionava-se com o que via quando saía às ruas: os bairros pobres da cidade cheios de crianças, mulheres e idosos cercados pela miséria, pela fome e por inúmeras doenças.
No dia 10 de setembro de 1946, dia em que ficou marcado na história das Missionárias da Caridade (congregação fundada por Madre Teresa) como o "Dia da Inspiração", Irmã Teresa, durante uma viagem de trem ao noviciado do Himalaia, depara-se com um irmão pobre de rua que lhe diz: "Tenho sede!". A partir disso, ela tem a clareza de sua missão: dedicar toda sua vida aos mais pobres dos pobres.
Após um tempo de discernimento com o auxílio do Arcebispo de Calcutá e de sua Madre Superiora, Irmã Teresa sai de sua antiga congregação para dar início ao trabalho missionário pelas ruas de Calcutá. Começa por reunir um grupo de cinco crianças, num bairro pobre, a quem começou a dar escola. Pouco a pouco, o grupo foi crescendo. Dez dias depois, eram cerca de cinquenta crianças.
Os inícios foram muito duros, mas Deus ia abençoando a obra da Irmã Teresa e as vocações começaram a surgir, precisamente entre as suas antigas alunas. Em 1949, Madre Teresa começa a escrever as constituições das Missionárias da Caridade e a 7 de outubro de 1950 a congregação fundada por Madre Teresa é aprovada pela Santa Sé expandindo-se por toda a Índia e pelo mundo inteiro.
No ano de 1979 recebe o Prêmio Nobel da Paz. Neste mesmo ano, o Papa João Paulo II a recebe em audiência privada e torna Madre Teresa sua melhor "embaixadora" em todas as Nações, Fóruns e Assembléias de todo o mundo.
Com saúde debilitada e após uma vida inteira de amor e doação (vida esta reconhecida por líderes de outras religiões, presidentes, universidades e até mesmo por países submetidos ao marxismo), Madre Teresa foi encontrar-se com o Dono e Senhor de sua vida a 5 de setembro de 1997. Seu velório arrastou milhares de pessoas durante vários dias.
Foi beatificada pelo Papa João Paulo II no dia 19 de outubro de 2003, Dia Missionário Mundial.

Beata Teresa de Calcutá, rogai por nós!

BISPOS AMEAÇADOS

Por lutarem contra a exploração sexual de crianças e adolescentes, religiosos do interior do Pará viraram alvo de quadrilhas que aliciam as meninas.

A reportagem é de Francisco Alves Filho e publicada pela IstoÉ, 02-09-2011.

Nos últimos anos, as denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil têm se multiplicado. Como resposta, o poder público, as organizações não governamentais e os religiosos se uniram em campanhas contra as quadrilhas. Esse embate, no entanto, não é fácil e em pelo menos um recanto do País enfrentar o problema representa sério risco de vida: o interior do Pará.

Ali, em pequenas cidades onde a pobreza torna mais fácil o trabalho dos aliciadores de menores e os matadores de aluguel cedem sua mão de obra por poucos reais, os principais porta-vozes da luta contra as quadrilhas são bispos católicos. Instalados há décadas na região, os religiosos sabem muito bem que quem atravessa no caminho dos criminosos vira alvo.

No episódio mais recente, há quatro meses, o bispo de Marajó, dom José Luiz Ascona, 71 anos, foi avisado pela Polícia Federal que bandidos articulavam uma ação contra ele. Apesar disso, dispensa a segurança que os agentes lhe oferecem. “Que direito eu tenho de colocar em risco um pai de família?”, questiona o bispo. “Diante da morte, que pode chegar a qualquer momento, Deus me dá coragem.” Além de Ascona, também os bispos de Abaetetuba, dom Flávio Giovenale, e Altamira, dom Erwin Krautler, lutam contra a exploração sexual e sofrem ameaças por isso.

Como se não bastasse o crime, a faixa etária das crianças que sofrem abusos ou se prostituem tem baixado cada vez mais. Em um dos últimos episódios, descobriu-se uma menina de 8 anos que sofria violência sexual. Algumas vezes, as crianças e adolescentes trocam dinheiro por sexo com a aprovação das próprias famílias, que geralmente sofrem com a pobreza. “Há pais que sabem e outros que fingem não saber, pois se beneficiam da renda que as adolescentes levam para casa”, conta dom Flávio Giovenale, 57 anos, bispo de Abaetetuba, que fica a 60 quilômetros de Belém. Na cidade, formada por várias ilhas fluviais, o tráfego descontrolado de barcos favorece o tráfico de pessoas. Muitas jovens são levadas para o Amapá e depois cruzam a fronteira para o Suriname e para a Guiana, onde são submetidas à prostituição e ao trabalho escravo.

Dom Giovenale não tem dúvida quanto à periculosidade das quadrilhas. “Aqueles que promovem a exploração sexual e o tráfico de pessoas são os mesmos que traficam drogas e armas”, diz. Apesar disso, segue o padrão de seu colega de Marajó e, mesmo denunciando constantemente a ação desses criminosos, não lança mão de segurança. “Não gostaria de morrer, mas não acho que seja o caso de andar cercado de agentes”, argumenta. A última ameaça clara contra ele aconteceu no ano passado.

Dos três, o bispo de Altamira é o único que recorre a policiais para manter longe os bandidos. Isso acontece porque dom Erwin Krautler, 72 anos, sempre fez questão de marcar sua posição em várias questões candentes. Ele denunciou conflitos agrários ao lado de Dorothy Stang, foi um dos primeiros a se posicionar contra a construção da usina de Belo Monte e fez, há alguns anos, a acusação de que crianças e adolescentes eram vítimas de exploração sexual por parte de políticos importantes da região. Isso lhe rendeu ameaças de todos os tipos que continuam até hoje e o obrigam a lançar mão de quatro policiais para garantir sua integridade. “Meus inimigos têm desejo de enriquecimento rápido e não duvido que não hesitariam em passar por cima do meu cadáver”, diz ele.

A luta dos bispos tem rendido frutos. Nos últimos anos, a ação da polícia se tornou mais frequente e vários setores da sociedade paraense estão se engajando no combate. Na última semana, os empresários do ramo hoteleiro do Estado criaram um código de conduta para evitar o chamado turismo sexual, prática que pode aumentar bastante durante a realização da Copa de 2014. Outra iniciativa importante vem do governo federal. A Secretaria de Direitos Humanos prepara um pacote de ações para prevenir a exploração sexual em áreas como Belo Monte, já que normalmente a migração intensa de operários em obras de grande porte resulta no aumento da prostituição. “Nossa atitude é totalmente preventiva, estamos planejando ações de fortalecimento dos conselhos tutelares e há uma operação já organizada para a região”, adiantou a ministra Maria do Rosário.

A SDH é responsável pelo Disque 100, número que recebe reclamações de violações de direitos humanos e principalmente de exploração sexual. A ideia é boa, mas no Pará ainda não pegou. “É difícil fazer divulgação desse tipo de serviço aqui. Em muitos lugares do interior o telefone simplesmente não funciona”, explica dom Flávio Giovenale.

Como solução para o problema, os religiosos sugerem duas providências: prevenção e repressão. A primeira parte ficaria por conta das políticas de educação e criação de emprego e renda. A segunda, por conta da polícia. “De qualquer forma, notamos que as pessoas estão mais atentas ao problema. Antes muitos fingiam que não viam”, afirma dom Ascona. Para ele, esse é o primeiro estágio para a solução: “Sem conhecer a verdadeira dimensão do problema, não há como remediá-lo.”

segunda-feira, 30 de maio de 2011

JOVENS REUNIDOS NA COMUNIDADE VOCACIONAL


Ontem, dia 29 de maio, tivemos na Comunidade Vocacional São Pedro Claver a presença de alguns crismandos da comunidade do Fluminense que vieram participar de uma manhã de oração, que teve como tema “A sede do Deus Vivo”, orientado pelos vocacionados Alexandre e Pedro.
No final do encontro os jovens comentaram que, embora tenha sido um domingo normal, mas com amigos e a presença de Deus, algo que parece ser simples, foi um dia inesquecível e marcante.
“Viva cada momento como se fosse único, aproveite as oportuni
dades e atenda o chamado de Deus que é Pai” Rayane, crismanda.

Os jovens que participam do Grupo de Aprofundamento Vocacional Inaciano (GAVI) também estiveram na Comunidade Vocacional em seu encontro mensal.


domingo, 22 de maio de 2011

IR. DULCE É BEATIFICADA EM SALVADOR

Deixou “um prodigioso rasto de caridade ao serviço dos últimos”, diz Papa.

Irmã Dulce (1914-1992) foi beatificada no final da tarde deste domingo, em cerimônia realizada no Parque de Exposições de Salvador, com a presença de cerca de 70 mil fiéis.

Presidiu à cerimônia o cardeal Geraldo Agnelo, arcebispo emérito de Salvador. Estavam presentes o núncio apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri, o arcebispo de Salvador, Dom Murilo Krieger, entre outros clérigos.

A imagem oficial da beata Irmã Dulce estava colocada no palco e foi descerrada ao final da missa.

Milhares de pessoas estavam reunidas no Parque de Exposições desde o início da tarde. Antes da missa de beatificação, houve shows, testemunhos e a encenação de uma peça de teatro que retratou a vida de Irmã Dulce.

Cláudia Cristina, que recebeu o milagre por intercessão de Irmã Dulce – a cura de uma forte hemorragia não controlável durante o parto –, emocionou-se ao falar da graça, que teve reconhecimento do Vaticano no processo de beatificação.

"Estou muito agradecida. Confio em Deus e não sabia da história de Irmã Dulce, mas o milagre é incrível. Por tudo que passei, não era para eu estar aqui hoje. Basta crer, que tudo é possível. Eu acredito totalmente no milagre", disse, entre lágrimas, segundo refere o jornal A Tarde.

Os pequenos atos de amor de Irmã Dulce se traduziram em grandes obras sociais: ela fundou a União Operária de São Francisco, um movimento cristão de operários na Bahia.

Mais tarde, começou a refugiar pessoas doentes em casas abandonadas em uma ilha de Salvador. Expulsa do lugar, ela peregrinou durante uma década, levando os seus doentes por vários lugares.

Por fim, instalou-os no galinheiro do Convento Santo Antônio, que improvisou em albergue e que deu origem ao Hospital Santo Antonio, o centro de um complexo médico, social e educacional que continua com as portas abertas para os pobres da Bahia e de todo o Brasil.

O incentivo para construir a sua obra, Irmã Dulce teve do povo baiano, de brasileiros dos diversos estados e de personalidades internacionais. Em 1988, ela foi indicada pelo governo brasileiro para o Prêmio Nobel da Paz.

Oito anos antes, no dia 7 de julho de 1980, Irmã Dulce ouviu do Papa João Paulo II, na sua primeira visita ao país, o incentivo para prosseguir com a sua obra. Os dois voltariam a se encontrar em 20 de outubro de 1991, na segunda visita do Sumo Pontífice ao Brasil.

João Paulo II fez questão de quebrar o rigor da sua agenda e foi ao Convento Santo Antônio visitar Irmã Dulce, já bastante debilitada, no seu leito de enferma. (Fonte ZENIT)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

GAVI - RECIFE...

Meu segundo Gavi – Recife foi marcado, inicialmente, por uma missa na Capela de São João no bairro de Beberibe . Uma comunidade bela, pela simplicidade, e reveladora pela presença de Cristo na acolhida, amizade, paz , organização e disposição para servi.

De volta a Casa Vocacional, Ir. Bira e José Cláudio apresentaram todas orientações a respeito da Oração Inaciana com dois pontos seguidos com o deserto. Sentimos que a cada exercício espiritual realizado, há um significativo aprendizado, numa dinâmica de crescimento pessoal, espiritual e revelação nos escritos que fazemos. Vários foram os aspectos que permitiram vislumbrar tal situação. São elas: a preparação do ambiente, a visão do orientador espiritual, a forma de condução, o lugar, o momento... tudo isso favoreceu para o bom resultado.


Agradeço ao Ir. Bira que com muita habilidade está me ajudando a perceber realmente qual a vontade de Deus na minha vida.

A vivência no GAVI permitiu confirmar os propósitos que tracei nas últimas semanas, que foi de entregar o meu viver aos momentos de escuta e lançar-me aos propósitos de Deus. Seja nos movimentos da comunidade, no trabalho e/ou em casa. Fazer o Cristo presente no meio de nós, junto daqueles que mais precisam ou nas diversas circunstâncias do cotidiano.

Nesse GAVI foi possível identificar, reconhecer, perceber e sentir várias situações no meu discernimento vocacional . A princípio, a condição de leigo consagrado ou religioso, o apelo regido pela entrega da minha vida ao Senhor, a confiança em Deus, a presença real do Senhor nas relações com o outro e a vivência da castidade.

O GAVI está sendo muito revelador para mim. Sinto que, em breve, encontrarei um sentido real e substancial para minha vida.

Josivaldo Barbosa - Recife

quarta-feira, 18 de maio de 2011

CANÇAO NOVA TRANSMITE BEATIFICAÇAO DE IR DULCE EM SALVADOR

Cerimônia acontece em Salvador no domingo, dia 22 de maio, às 17h

SÃO PAULO, quarta-feira, 18 de maio de 2011 (ZENIT.org)

A TV Canção Nova, em parceria com a TVE/Bahia, será responsável pelo pool de transmissão da beatificação de Irmã Dulce para canais de todo o Brasil no próximo dia 22/5, a partir das 16h.

As emissoras de todo o país que desejarem o sinal gratuito de transmissão poderão entrar em contato diretamente com o Departamento de Mídia (tvmidia@cancaonova.com) da TV Canção Nova, com sede em Cachoeira Paulista (SP).

Além da cobertura da TV Canção Nova, mais de 30 profissionais do sistema de comunicação (TV, Rádio AM e FM, Portal e WebTV) estarão envolvidos na cobertura do evento, direto de Salvador (BA) com flashs ao vivo no sábado, 21, e no domingo, 22, e a transmissão da Santa Missa de beatificação marcada para as 17h.

A emissora também transmitirá dois documentários sobre a vida de irmã Dulce. O primeiro vai ao ar no domingo, às 16h; o segundo será veiculado após a missa e conta a história do milagre que a elevou aos altares.

Beatificação

A cerimônia de beatificação, presidida por Dom Geraldo Majella Agnelo, nomeado Delegado Papal por Bento XVI, terá início com o rito de beatificação, que consiste em leitura da biografia resumida da religiosa, leitura da proclamação de beatificação e descerramento da imagem oficial de Irmã Dulce como “Bem Aventurada Dulce dos Pobres”. Este será o auge do evento, que espera receber cerca de 60 mil fiéis no Parque de Exposições da capital baiana.

Irmã Dulce

Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes nasceu em Salvador (BA) em 1914. Conhecida como o “Anjo bom da Bahia”, destacou-se por suas obras de caridade aos pobres e necessitados.

O espaço onde atendia os doentes é atualmente um dos maiores hospitais de Salvador, com atendimentos de emergência gratuitos. O processo de beatificação tramitou durante 10 anos no Vaticano.

A graça obtida pela intercessão de Irmã Dulce, em 2003, foi examinada primeiramente no Brasil e reconhecida pelos peritos médicos como um caso que não pôde ser explicado pelos meios da ciência.

Os peritos e os cardeais da Congregação para as Causas dos Santos foram unânimes no reconhecimento deste milagre, constando que se tratava de um caso extraordinário de cura – o estancamento instantâneo de uma hemorragia.

terça-feira, 26 de abril de 2011

DEPOIMENTO GAVI RECIFE...




OLÁ, MEUS IRMÃOS!
Sou Josivaldo Barbosa, resido em Barra de Jangada (Jaboatão dos Guararapes) e trago para vocês, em poucas palavras, a vivência no GAVI de abril em Recife.
Nos primeiros minutos do encontro acreditava que teria todo aquele formalismo que comumente vemos por aí: exposição, integração do grupo, círculo de debates etc. Porém, o GAVI tem tudo isso apresentado de um modo de ser diferente, seu modo próprio. Com muita naturalidade, tudo fluiu causando em nós uma sensação de comunidade imediata; seja no contato, na acolhida, na preparação e organização das coisas.
O encontro já tinha começado sem eu ter me dado conta. Tivemos um momento de oração na capela, preparação para posterior reconciliação com o Nosso Senhor, numa atividade paralela à reflexão pessoal a partir da exibição de slides sobre a Via-sacra de Jesus.
Gente, foi algo muito forte! Tão forte que ao concluir esse momento, não me cansei de pensar: como estou diante de Cristo? O que ando fazendo?... Sabe, mesmo estando em grupo,trocando ideias( até sobre outros assuntos) havia uma unidade entre nós, pois buscamos e trilhamos o mesmo objetivo: seguir a Cristo.
No dia seguinte, tivemos a missa de Ramos. Tudo preparado por nós, éramos poucos, mas no momento da procissão, nos transformamos numa multidão espiritualmente falando e, assim, fomos até a conclusão da celebração na capela. Lá, tivemos um testemunho concreto de fé e de verdadeiro amor ao Nosso Senhor e aos irmãos com o padre Andrés. A emoção tomou conta de nós com uma sensação de reavivamento, coragem, fé, certeza, desejo, esperança...
Outro momento significativo foi a exposição e debate do tema: Caractetísticas do modo de ser Jesuíta. Até então, pensava que os Jesuítas voltava-se somente ao trabalho educacional. Mas na verdade, fui surpreendido pela dimensão do carisma Jesuíta que é pelo maior serviço, existente num lugar, onde mais necessita ser feito. Assim, tudo que for realizado é para “maior glória de Deus”, nos diversos segmentos da sociedade. Isso implica numa instrução jesuíta sólida, de um saber capaz de conduzir o povo ao Evangelho mesmo diante de uma sociedade tão diversificada e fragmentada como a nossa.
Saímos desse último momento, mais apaixonados por esse carisma, pelas ideias de Santo Inácio e desejosos para os próximos encontros.
Após esse encontro estou me sentido preenchido, feliz, numa esperança de entender e atender aos propósitos de Deus para minha vida junto a Companhia de Jesus.

terça-feira, 29 de março de 2011

Da intimidade dos santos.


Na escola de Deus.

Dar tudo que se tem
Dar tudo o que se é
Dar-se sempre
Sem jamais acabar de dar-se
- é a lição mais profunda de alegria e paz
Que aos amigos da terra
Dão e darão para todo o sempre
os Três Amigos incomparáveis
Que se consomem em Unidade!

Trabalha-nos senhor!
Há quem tenha
Entranhas de posse,
Há quem tenha
Essência da dádiva.

Dom Helder Câmara (O deserto é Fértil).

quinta-feira, 24 de março de 2011

Dom Oscar Romero


Aniversário da morte de um homem santo: Assassinado e martirizado por causa do Reino.


m grupo de bispos latino-americanos, no dia 29 de março de 1980, às vésperas dos funerais de dom Romero, assinou um documento que dizia: “Três coisas admiramos e agradecemos no episcopado de dom Oscar A. Romero: foi, em primeiro lugar, anunciador da fé e mestre da verdade [...]. Foi, em segundo lugar, um resoluto defensor da justiça [...]. Em terceiro lugar, foi o amigo, o irmão, o defensor dos pobres e oprimidos, dos camponeses, dos operários, dos que vivem nos bairros marginalizados”.


Campesina

Dom Romero foi um bispo exemplar, porque foi um bispo dos pobres em um continente que carrega tão cruelmente a marca da pobreza das grandes maiorias, enxertou-se entre eles, defendeu sua causa e sofreu a mesma sorte deles: a perseguição e o martírio. Dom Romero é o símbolo de toda uma Igreja e de um continente latino-americanos, verdadeiro servo sofredor de Yahwé, que carrega o pecado, a injustiça e a morte de nosso continente. Embora, às vezes, o pressentíamos, seu assassinato não nos surpreendeu; seu destino não podia ser outro, pois ele foi fiel a Jesus e se inseriu de verdade na dor de nossos povos.

Porém, sabemos que a morte de dom Romero não foi um fato isolado. Fez parte do testemunho de uma Igreja que, tanto em Medellín, como em Puebla, optou, a partir do Evangelho, pelos pobres e oprimidos. Por isso, agora compreendemos melhor, desde seu martírio, a morte por fome e doença, realidades permanentes em nossos povos; assim como os incontáveis martírios, as incontáveis cruzes que pontuam nosso continente nestes anos: camponeses, moradores das periferias, operários, estudantes, sacerdotes, agentes de pastoral, religiosas, bispos encarcerados, torturados, assassinados por crerem em Jesus Cristo e amarem os pobres.

São, como a morte de Jesus, fruto da injustiça dos homens e, ao mesmo tempo, semente da ressurreição [...]. Dom Oscar A. “Romero é um mártir da libertação que o Evangelho exige, um exemplo vivo do pastor que Puebla queria”. Dom Romero, que assistiu em 1979 à Conferência Geral dos Bispos Latino-americanos em Puebla, identificou-se plenamente com o apelo dos bispos à “conversão de toda a Igreja para uma opção preferencial pelos pobres, no intuito de sua integral libertação” (Puebla 1134). Assim, ele leu, com toda clareza, num país esgarrado pela violência, “a testemunha subversiva das Bem-aventuranças que revolveram tudo” e entendeu que tinha de desarraigar a violência a partir de suas bases, a violência estrutural, a injustiça social. E, por isso, é dever da Igreja “conhecer os mecanismos da pobreza”.


Dom Oscar Romero comprimentando os paroquianos

A opção preferencial pelos pobres é um convite para a Igreja como um todo e para cada seguidor de Cristo. “O cristão, se não viver este compromisso de solidariedade com o pobre, não é digno de chamar-se cristão”, ele dizia. E continuava: “Por isso, os pobres marcaram o verdadeiro caminho da Igreja. Uma Igreja que não se une aos pobres para denunciar, a partir deles, as injustiças que se cometem contra eles, não é a verdadeira Igreja de Jesus Cristo” (Homilia, 23 de setembro de 1979). Nisso, ele reconheceu sua missão como arcebispo: “Creio que fazer esta denúncia, na minha condição de pastor do povo que sofre a injustiça, seja meu dever.

Isto me impõe o Evangelho, pelo qual estou disposto a enfrentar o processo e a prisão” (Homilia, 14 de maio de 1978). Com muita clareza, na homilia de 8 de julho de 1979, afirmou: “Se nos cortarem a rádio, se nos fecharem o jornal, se não nos deixarem falar, se matarem todos os sacerdotes e até o arcebispo, e ficar um povo sem sacerdotes, cada um de vocês deve converter-se em microfone de Deus, cada um de vocês deve ser um mensageiro, um profeta”. Durante um retiro de quatro dias com um grupo de sacerdotes do Vicariato de Chalatenango, ele anotou estas linhas, nas quais relata a resposta de seu confessor, o pe.Azcue: “Outro meu temor é a propósito dos riscos de minha vida. Custa-me aceitar uma morte violenta, que nestas circunstâncias é absolutamente possível.

O padre me deu ânimo, dizendo-me que minha disposição deve ser a de dar minha vida por Deus, qualquer que seja meu fim. As circunstâncias desconhecidas, devo vivê-las com a graça de Deus, que assistiu os mártires e, se for necessário, senti-la-ei vizinha a mim quando der o último respiro. Porém, mais importante que o momento de morrer, é oferecer a Deus toda a minha vida, viver por Ele”. Duas semanas antes de sua morte, numa entrevista ao diário Excelsior, do México, disse: “Fui freqüentemente ameaçado de morte. Devo dizer-lhe que, como cristão, não creio na morte sem ressurreição: se me matarem, ressuscitarei no povo salvadorenho.

Digo isso sem nenhum ostentação, com a maior humildade. Como pastor, sou obrigado, por mandado divino, a dar a vida por aqueles que amo, que são todos os salvadorenhos, até por aqueles que me assassinarem. Se chegarem a cumprir-se as ameaças, desde agora ofereço a Deus meu sangue pela redenção e ressurreição de El Salvador. O martírio é uma graça de Deus, que não me sinto na situação de merecer, porém, se Deus aceitar o sacrifício de minha vida, que meu sangue seja semente de liberdade e sinal de que a esperança se transformará logo em realidade.


O povo salvadorenho acolhe João Paulo II em 1983, lembrando Dom Romero

fonte:http://www.pime.org.br/mundoemissao/testemunhosromero.htm

Minha morte, se for aceita por Deus, que seja pela libertação do meu povo e como testemunho de esperança no futuro. Você pode escrever: se chegarem a me matar, desde já eu perdôo e abençôo aquele que o fizer”. Não resta dúvida sobre o caráter martirial da morte de dom Romero. Iniciou-se, na América Latina, a época em que os cristãos, morrendo pela fé, dão sua vida pela justiça.


quarta-feira, 23 de março de 2011

Testemunho Vocacional



Uma partilha que deixa nosso coração aquecido sobre a Comunidade

Vocacional São Pedro Claver, por alguém que está morando nela:

A Comunidade Vocacional São Pedro Claver é um espaço destinado a jovens que se sentem chamados a realizar uma profunda experiência de Deus às luzes da espiritualidade inaciana, buscando discernir sua vocação específica.

Cheguei na C.V. em 28 de fevereiro movido pelo desej

o de conhecer mais a Cristo e a Companhia de Jesus, respondendo a uma inquietação interna que vinha sendo alimentada nos GAVI’s, isto é, o chamado de Deus.

Tenho percebido através da experiência de oração (pessoal e comunitária) e das formações, que o desejo de se consagrar a Cristo só tem sentido quando há uma relação íntima de amizade com a Trindade.

Durante a semana temos estudos de português e espanhol, formações humanas e espirituais. Realizamos trabalhos juntamente com os catadores de materiais recicláveis, com os moradores de rua, com crianças de comunidades carentes e com idosos residentes em abrigo.

Nos finais de semana dedicamos nosso tempo as atividades pastorais em comunidades da Paróquia N. Srª do Perpétuo Socorro no Mondubim, tendo ênfase no trabalho com a juventude.

Sou grato ao Senhor e a Companhia pela oportunidade de ver Cristo em todas as coisas e em especial nos mais necessitados.

Deyvson B. Simões


Deyvson é natural de Recife-PE, recentemente terminou a Faculdade de Geografia na Federal de Pernambuco. Chegando em Fortaleza, foi destinado a trabalhar na Pastoral do Menor (voluntariado) durante alguns dias da semana pela manhã e nos finais de semana ele servirá na Comunidade Beato Anchieta (Santa Rosa). Rezemos pela sua vocação. AMDG.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

VOTOS DOS NOVIÇOS 2011

Para fazer memória a esse dia dedicado à Vida Religiosa, trazemos aqui umas fotos da celebração eucarística na qual cinco noviços da Província Brasil Nordeste da Companhia de Jesus, professaram seus primeiros votos de pobreza, castidade e obediência.
Rezemos pelos companheiros Daniel, Jefferson, José Jesus, Maurício e Renato que agora seguem a formação indo para a etapa do Juniorado, em João Pesso-PB.
Que nosso Senhor continue chamando a outros para seguí-Lo e serví-Lo na sua Companhia.



sábado, 22 de janeiro de 2011

MÍSTICA DOS OLHOS ABERTOS

Depois dessas duas grandes experiências que vivemos como Província do Nordeste, os Exercícios Espirituais de 8 dias e a Assembleia de Província para avaliar o Plano de Ações, compartilhamos com vocês um breve texto do Pe. Benjamin González Buelta, superior regional da América central e Caribe. Trata-se da mística de olhos abertos.

"Em momentos privilegiados experimentamos a presença de Deus dentro de nós. Nos sentimos unificados por dentro, plenos de sentido, de paz e alegria. Qualquer desafio nos parece fácil. A esta experiência de Deus no centro do próprio coração chamamos mística dos olhos fechados. Sempre é possível adentrar mais nesse encontro sem ouvidos com Deus.

Em algumas ocasiões nos encontramos com Deus fora de nós, na honradez, na beleza ou na justiça de uma pessoa, numa paisagem, numa celebração da comunidade. Nesses momentos abrimos os olhos para não perdermos nenhum detalhe. Deus está presente em tudo o que existe e, às vezes, Ele se faz transparente e o descobrimos na profundidade de situações e pessoas. Esta é a mística dos olhos abertos. Não existe nada de profano para aquele que sabe ver.

Todos os dias chegam aos nossos sentidos imagens e outras sensaçõe sedutoras, elaboradas pelos artistas e técnicos e comunicação, para que estas imagens e sensações entrem em nós, se instalem em nossas necessidades e tomem conta de nossas decisões e de nossa vida, criando em nós dependências e compulsões. Mas quando descobrimos Deus presente em toda a realidade, nos libertamos das sensações sedutoras e toda a nossa vida é mais nossa, original e evangélica. Então nos deixamos levar pelo espírito que cria vida verdadeira para todos!"



segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

TERCEIRA PROVAÇÃO EM CUBA...

De Cuba, Pe. Caio nos envia um relato sobre a sua experiência de estar fazendo a última etapa de formação na Companhia de Jesus, chamada de "Terceira Provação" ou mesmo "Escola dos Afetos".



"Terminamos os Exercícios Espirituais com muitos frutos, ou melhor, sementes, para continuar cultivando.
Cada vez mais se faz necessário perceber a presença de Deus nas pequenas coisas, no germinal, como diz sempre nosso acompanhante Pe Benjamin. Aqui em Cuba, todavia, essa espiritualidade mais profunda se faz vital para continuar servindo com esperança. É preciso encontrar uma linguagem muito discreta para anunciar o Evangelho. A mística de olhos abertos.

Depois do retiro estudamos nossas Constituições e Normas Complementares que, iluminadas pelos EE, nos ajudou a contemplar, dentro das Constituições, toda a espiritualidade de nosso Pai Inácio.


Na semana seguinte tivemos um Curso de Afetividade e Sexualidade com o Pe Luis de Diego de Venezuela. "A gente vai ficando velho, por isso, precisamos seguir trabalhando mais e mais a nossa afetividade." Esta semana estamos estudando a Congregação Geral 35ª. É Preciso buscar sempre nossa identidade-fidelidade com o carisma de nosso fundador.
(A foto do crepúsculo foi retirada no ultimo dia de retiro, o Espírito Santo esteve por lá. As outra fotos: uma na praia do Caribe Cubano e a nossa turma da Terceira Provação).

Abração e até mais. Caio

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Testemunho: Pós Trilha - Aquiraz/Horizonte

"gostei muito da experiência e do banho de cultura que recebemos naquelas terras. Foi bonito saber um pouco mais da vida e missão dos Jesuítas aqui no Ceará"

"Ide e incendiai o mundo (a juventude) no amor de Deus"