terça-feira, 14 de agosto de 2012
ACÓLITOS DO MONDUBIM FESTEJAM SÃO TARCÍSIO
Após a missa, a festa continuou na Casa Inaciana da Juventude onde o Ministério de Música MAGIS se apresentou e encantou a todos. Foi servido um lanche e logo em seguida as comunidades apresentaram paródias sobre o serviço que os acólitos prestam a paróquia.
sábado, 30 de junho de 2012
CELEBRAÇÃO DE SÃO LUIZ GONZAGA
Os jovens vocacionados em discernimento na CIJ estiveram presentes e participaram da alegria desse dia junto aos padres e irmãos mais avançados na idade, mas nem por isso menos jovens.
sábado, 9 de junho de 2012
ANCHIETA E O SEGUIMENTO DE CRISTO
segunda-feira, 5 de março de 2012
SÃO JOÃO DE BRITO

Pouco depois, João de Brito chega ao reino de Maravá, onde os cristãos eram mais perseguidos. Alí, é preso e torturado por vários dias; depois de solto, os cristãos o tiveram como um mártir vivo de Jesus. A pedido do Pe. Provincial, volta para Portugal passando por Salvador/BA. Pouco depois, em 1690, João de Brito volta para a sua querida Índia, onde evangeliza e batiza um príncipe do Reino Maravá. Ao saber disto, o rei ficou furioso, e manda destruir tudo o que era dos cristãos; João de Brito é preso, decapitado e esquartejado.
Logo se espalhou a notícia de que morrera um santo. O local onde foi executado, passou a ser um lugar de peregrinação.
João de Brito foi beatificado pelo Papa Pio IX, 1853, e canonizado por Pio XII, em 1947.
São João de Brito rogai pelos cristãos da Índia e por todos nós!
Uma pergunta: Você já foi perseguido por causa da sua fé em Jesus?
Fonte: http://padreramonsj.blogspot.com/
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
MEMÓRIA DE SÃO PAULO MIKI E COMPANHEIROS MÁRTIRES DO JAPÃO

Miki nasceu em 1564, era filho de pais ricos e foi educado no colégio jesuíta em Anziquiama, no Japão. A convivência do colégio logo despertou em Paulo o desejo de se juntar à Companhia de Jesus e assim o fez, tornando-se um eloqüente pregador. Ele porém, não pôde ser ordenado sacerdote no tempo correto porque não havia um bispo na região de Fusai. Mas isso não impediu que Paulo Miki continuasse sua pregação. Posteriormente tornou-se o primeiro sacerdote jesuíta em sua pátria, conquistando inúmeras conversões com humildade e paciência.
Paciência, essa que não era virtude do imperador Toyotomi Hideyoshi. Ele era simpatizante do catolicismo mas, de uma hora para outra, se tornou seu feroz opositor. Por causa da conquista da Coréia, o Japão rompeu com a Espanha em particular e com o Ocidente em geral, motivando uma perseguição contra todos os cristãos. Inclusive alguns missionários franciscanos espanhóis que tinham chegado ao Japão através das Filipinas e sido bem recebidos pelo Imperador.
Os católicos foram expulsos do país, mas muitos resistiram e ficaram. Só que a repressão não demorou. Primeiro foram presos seis franciscanos, logo depois Paulo Miki com outros dois jesuítas e dezessete leigos terciários.
Os vinte e seis cristãos sofreram terríveis humilhações e torturas públicas. Levados em cortejo de Meaco a Nagasaki foram alvo de violência e zombaria pelas ruas e estradas, enquanto seguiam para o local onde seria executada a pena de morte por crucificação. Alguns dos companheiros de Paulo Miki eram muito jovens, adolescentes ainda, mas enfrentaram a pena de morte com a mesma coragem do líder. Tomás Cozaki tinha, por exemplo, catorze anos; Antônio, treze anos e Luis Ibaraki tinha só onze anos de idade.
A elevação sobre a qual os vinte e seis heróis de Jesus Cristo receberam o martírio pela crucificação em fevereiro de 1597 ficou conhecida como Monte dos Mártires. Paulo Miki e seus companheiros foram canonizados pelo Papa Pio IX, em 1862.

Os crentes se dispersaram para escapar dos massacres e um bom número deles se estabeleceu ao longo do rio Urakami, nas proximidades de Nagasaki. Lá eles continuaram a viver sua fé, apesar da ausência de padres. A partir do momento em que o Japão se abriu novamente aos europeus, os missionários voltaram e as igrejas voltaram a ser construídas, inclusive em Nagasaki, a poucos quilômetros da comunidade cristã clandestina. Ela havia perdido todo contato com a Igreja Católica, mas guardava preciosamente três critérios de reconhecimento recebidos dos ancestrais: "Quando a Igreja voltar ao Japão, vocês a reconhecerão por três sinais: os padres não são casados, haverá uma imagem de Maria e esta Igreja obedecerá ao papa-sama, isto é, ao Bispo de Roma". E foi assim que aconteceu dois séculos e meio depois, quando os cristãos do Império do sol nascente puderam se reencontrar com sua Santa Mãe, a Igreja. (Fonte: http://www.domtotal.com.br/)
sábado, 5 de novembro de 2011
DIA DE TODOS OS SANTOS E BEATOS DA COMPANHIA DE JESUS
Este dia surge à imagem do passado “dia de todos os santos” que celebramos esta terça-feira na Igreja. Nesse dia, a memória é sobretudo a daqueles que viveram as suas vidas no dom da santidade e que hoje se encontram junto do Pai, mas cujas histórias passaram despercebidas aos olhos da História. Não tanto Paulo, não tanto Pedro, não tanto Agostinho ou Tomás de Aquino, não tanto Francisco de Assis, Teresa de Ávila ou Domingos de Gusmão. Também, mas sobretudo aqueles que, heróica ou discretamente, fizeram das suas vidas lugar de santidade, lugares de Deus, sem que os seus nomes tenham ficado guardados no cânone dos santos. À luz desse dia, também hoje, mais que Inácio de Loyola, Francisco Xavier, Pedro Fabro, Afonso Rodrigues, João Berchmans, ou Miguel Pró, lembramos aqueles que fizeram parte deste corpo e lhe deram cada dia da sua vida como lugar de santidade, mas cujos nomes se perderam no tempo.
Se a vida daqueles cujos nomes lembramos nos estimulam no testemunho que a sua vida é para nós, estes mesmos e os que hoje celebramos dão-nos, em conjunto, um estímulo maior: são o impulso que nos precede em direcção a uma vida de comunhão com Deus. Quando um homem entra na Companhia de Jesus, entra num corpo em movimento. O movimento desse corpo é gerado na vida de cada jesuíta e a vida daqueles que dão lugar à santidade move o corpo para Deus. A relação é recíproca: digo “fizeram das suas vidas lugar de santidade”, ou “a vida daqueles que dão lugar à santidade”, porque é isso, de fato, o que queremos dizer quando falamos dos santos: a sua vida é lugar do Santo, de Deus; Ele, por sua vez, move o corpo num movimento de vida, de atração a Si, porque vive amorosamente atraído por cada ser humano. Essa reciprocidade e esse movimento é a santidade vivida na vida discreta de tantos homens e mulheres na Igreja.
Quando celebramos a memória de todos os santos da Igreja e em particular na Companhia de Jesus, é esta santidade que celebramos: o Santo e aqueles que lhe deram como casa a sua vida.

"Por que um jovem decide ser sacerdote ou religioso?", você me pergunta. Um jovem faz essa opção por causa de uma experiência pessoal e profunda de Jesus. O consagrado a Deus é alguém que deseja seguir o Senhor Jesus com todo o seu ser, com todas as suas energias, colocando-se como instrumento da libertação que Deus realiza no mundo através da Igreja".
(Padre Ramón de La Cigoña,sj em carta a um jovem)
PALAVRA DE UM JESUÍTA:
“O tema da vocação sacerdotal não pode ser de maior importância para a Igreja, dada a missão do sacerdote. Ao sacerdote confiou Cristo a administração de seus sacramentos, que são em sua Igreja o meio por excelência e o caminho usual da efusão da Graça. (…)
O problema da vocação sacerdotal é um problema cristão em todo o sentido da palavra, que interessa não só a alguns escolhidos, que poderiam estudar a sua vocação, mas que é um problema de todos os cristãos: problema dos pais que queiram dar educação cristã a seus filhos; problema dos jovens que necessitam de um guia em seus anos difíceis, para que os dirija em suas crises de adolescência; problema dos pobres que precisam de um pai que se interesse por suas necessidades; problema dos que aspiram a formar um lar, que necessitarão de um guia para todas a suas consciências, diretores espirituais; problema dos que não tem fé, problema dos que não percebem, mas por isso ainda mais pavoroso, porque necessitam de alguém que, desinteressadamente, lhes estenda a mão; problemas dos enfermos que buscarão em vão quem os alente a entrar serenos na eternidade, e que console seus parentes e amigos. Toda a vida cristã está cheia do sacerdote, e todos teriam que se interessar em que seu número fosse cada vez maior e, sobretudo, a que aumentassem em espírito.” (Padre Alberto Hurtado,sj em conferência para jovens da Ação Católica)
ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES À COMPANHIA DE JESUS
Senhor Jesus, nós te pedimos 
que a muitos escolhas e chames,
que a muitos chames e envies,
conforme tua vontade,
para trabalhar pela Igreja
em tua Companhia.
Pouco ainda fazemos
e tanto mais poderíamos fazer
se não fosse nossa fraqueza
e nossa omissão.
Por isso, Senhor Jesus,
fica sempre à frente
na história de nossa vida
e na daqueles que escolheste
para teu serviço,
para que não se deixe de realizar,
por negligência nossa,
a totalidade de teu projeto de amor.
Amém
Para ler a carta do Pe. Ramón SJ na íntegra, é só clicar aqui:
http://www.cpalsj.org/
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
FESTA DE SANTO AFONSO RODRIGUES, PADROEIRO DOS IRMÃOS JESUÍTAS

Entretanto de suas fileiras saíram também santos humildes e simples, que pela vida entregue a Deus e servindo exclusivamente ao próximo, mostraram o caminho de felicidade espiritual aos devotos e discípulos. Valorosos personagens quase ocultos, que formam gerações e gerações de cristãos e, assim, sedimentam a sua obra no seio das famílias leigas e religiosas.
Um dos mais significativos desses exemplos é o irmão leigo Afonso Rodrigues, natural de Segóvia, Espanha. Nascido em 25 de julho de 1532, pertencia a uma família pobre e profundamente cristã. Após viver uma sucessão de fatalidades pessoais, Afonso encontrou seu caminho na fé.
Tudo começou quando Afonso tinha dezesseis anos. Seu pai, um simples comerciante de tecidos, morreu de repente. Vendo a difícil situação de sua mãe, sozinha para sustentar os onze filhos, parou de estudar. Para manter a casa, passou a vender tecidos, aproveitando a clientela que seu pai deixara.
Em 1555, aconselhado por sua mãe, casou e teve dois filhos. Mas novamente a fatalidade fez-se presente no seu lar. Primeiro, foi a jovem esposa que adoeceu e logo morreu; em seguida, faleceram os dois filhos, um após o outro. Abatido pelas perdas, descuidou dos negócios, perdeu o pouco que tinha e, para piorar, ficou sem crédito.
Sem rumo, tentou voltar aos estudos, mas não se saiu bem nas provas e não pôde cursar a Faculdade de Valência.
Afonso entrou, então, numa profunda crise espiritual. Retirado na própria casa, rezou, meditou muito e resolveu dedicar sua vida completamente a serviço de Deus, servindo aos semelhantes. Ingressou como irmão leigo na Companhia de Jesus em 1571. E foi um noviciado de sucesso, pois foi enviado para trabalhar no colégio de formação de padres jesuítas em Palma, na ilha de Maiorca, onde encontrou a plena realização da vida e terminou seus dias.
No colégio, exerceu somente a simples e humilde função de porteiro, por quarenta e seis anos. Se materialmente não ocupava posição de destaque, espiritualmente era dos mais engrandecidos entre os irmãos. Recebera dons especiais e muitas manifestações místicas o cercavam, como visões, previsões, prodígios e cura.
E assim, apesar de porteiro, foi orientador espiritual de muitos religiosos e leigos, que buscavam sua sabedoria e conselho. Mas um se destacava. Era Pedro Claver, um dos maiores missionários da Ordem, que jamais abandonou os seus ensinamentos e também ganhou a santidade. Outro foi o missionário Jerônimo Moranto, martirizado no México, que seguiu, sempre, sua orientação.
Afonso sofreu de fortes dores físicas durante dois anos, antes de morrer em 31 de outubro de 1617, lá mesmo no colégio. Foi canonizado em 1888, pelo papa Leão XIII, junto com são Pedro Claver, seu discípulo, conhecido como o Apostolo dos Escravos. Santo Afonso Rodrigues deixou uma obra escrita resumida em três volumes, mas de grande valor teológico, onde relatou com detalhes a riqueza de sua espiritualidade mística. A sua festa litúrgica é comemorada no dia de sua morte.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
SAO FRANCISCO DE BORJA
Príncipe da Espanha, Francisco nasceu na família dos Bórgia, em português Borja, no dia 28 de outubro de 1510, em Gáudia, Valença. Teve o mérito de redimir completamente a má fama precedente desta família desde a remota e obscura época medieval, notadamente em Roma. Ele era parente distante do papa Alexandre VI e sobrinho do rei católico Fernando II, de Aragão e Castela. Os Bórgias de então já eram muito piedosos e castos, o que lhe garantiu uma educação esmerada, dentro dos princípios cristãos, possibilitando o pleno exercício de sua vocação de vida dedicada somente a Deus.Mesmo vivendo numa Corte de luxo e de seduções mundanas, Francisco manteve-se sempre firme na busca de diversões sadias e no estudo compenetrado e sério. Na infância, foi pagem da Corte do rei Carlos V, depois seu amigo confidente. Como não gostava dos jogos, ao contrário da maioria dos jovens fidalgos da época, cresceu entre os livros. Mas abominava os fúteis. Preferia os de cultura clássica, principalmente os de assunto religioso. Esta mesma educação ele repassou, mais tarde, pessoalmente aos seus oito filhos.
Tinha dezenove anos quando se casou com Eleonora de Castro e, aos vinte, recebeu o título de marquês. Apesar do acúmulo das atribuições políticas e administrativas, foi um pai dedicado e atencioso, levando sempre a família a freqüentar os sacramentos e a unir-se nas orações diárias.
O mesmo tino bondoso e correto utilizou para cuidar do seu povo, quando se tornou vice-rei da Catalunha. A história mostra que a administração deste príncipe espanhol foi justa, leal e cristã. Os seus súditos e serviçais o consideravam um verdadeiro pai e todos tinham acesso livre ao palácio.
Entretanto, com as sucessivas mortes de seu pai e sua esposa, os quais ele muito amava, decidiu entregar-se, totalmente, ao serviço de Deus. Em 1548, abdicou de todos os títulos, passou a administração ao filho herdeiro, fez votos de pobreza, castidade e obediência e entrou, oficialmente, para a Companhia de Jesus, ordem recém-fundada pelo também santo Inácio de Loyola. Meses depois, o papa quis consagrá-lo cardeal, mas ele pediu para poder recusar. Porém logo foi eleito superior-geral da Companhia.
Nesse cargo, imprimiu as suas principais características de santidade: a humildade, a mortificação e uma grande devoção à eucaristia e à Virgem Maria. Ativo, fundou o primeiro colégio jesuíta em Roma, depois outro em sua terra natal, Gáudia, e mais vinte espalhados por toda a Espanha. Enviou, também, as primeiras missões para a América Latina espanhola. E foi um severo vigilante do carisma original dos jesuítas, impondo a todos a hora de meditação cotidiana.
Morreu em 30 de setembro de 1572. Deixou como legado vários escritos sobre a espiritualidade, além do exemplo de sua santidade. Beatificado em 1624, são Francisco Bórgia foi elevado aos altares da Igreja em 1671. Foi assim, por meio dele, que o nome da família Bórgia se destacou com uma glória nunca antes presumida.
sábado, 1 de outubro de 2011
Santa Teresinha do Menino Jesus - Parte 1
Hoje celebramos o dia desta grande mulher, desta grande santa.
Roquemos a Deus pela vida da Igreja, que tenhamos mais homens e mulheres santos e santas leavndo a esperança, o compromisso, a profecia a todos os cantos do mundo.
Que a juventude deseje a consagração de suas vidas como desejam respirar. Amém.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Visita dos Jesuítas a Dom Helder.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
ACÓLITOS CELEBRAM SÃO TARCÍSIO

SÃO JOÃO CRISÓSTOMO - Bispo e Doutor da Igreja
Deixamos aqui um trecho das suas homilias.
"Para mim, viver é Cristo e morrer é lucro"
Sobrevêm muitas ondas e fortes tempestades, mas não tememos afogar, pois estamos firmados sobre a pedra. Enfureça-se o mar, não tem forças para destruir a pedra. Ergam-se as vagas, não podem submergir o navio de Cristo. Pergunto eu: que temeremos? A morte? Para mim, viver é Cristo, e morrer é lucro (Fl 1,21). O exílio talvez, dizes-me? Do Senhor é a terra e tudo quanto contém (Sl 23,1). A confiscação dos bens? Nada trouxemos para o mundo e, é certo, nada daqui poderemos levar (1Tm 6,7); os pavores deste mundo são desprezíveis, e seus bens, merecedores de riso. Não tenho medo da pobreza, não ambiciono riquezas, não temo a morte, nem prefiro viver a não ser para vosso proveito. Por isto recordo os acontecimentos atuais e rogo a vossa caridade que tenhais confiança.
Não escutas o Senhor dizer: Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, estarei ali no meio deles? (Mt 18,20). E onde há tanta gente ligada pelos laços da caridade não estará ele presente? Tenho o seu penhor. Será que confio em minhas próprias forças? Seguro seu testamento. ESte é o meu bordão, a minha segurança, o meu porto tranquilo. Abale-se embora o universo, tenho sua resposta, leio os seus escritos: aí está a muralha para mim, a fortaleza. Que escritos? Eu estou convosco todos os dias até a consumação do mundo (Mt 28,20).
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
DIA DE SÃO PEDRO CLAVER
Como demonstrasse especiais qualidades para o estudo, foi enviado a Barcelona, onde se entusiasmou pelos estudos eclesiásticos e, aos 20 anos, pediu para ser admitido na Companhia de Jesus. Em 1610, foi enviado à Colômbia, especificamente a Santa Fé de Bogotá. Foi porteiro, cozinheiro, enfermeiro e sacristão na casa dos jesuítas. Em 1615, em Cartagena, foi ordenado sacerdote e dedicou-se totalmente a cuidar dos escravos. Faleceu, após ficar quatro anos paralítico numa cama, em 8 de setembro 1654.

O APÓSTOLO DOS ESCRAVOS NEGROS
A Cartagena chegavam, cada ano, cerca de 10 mil escravos negros, trazidos à força do Congo e de Angola. Na África, os negreiros os compravam por duas moedas cada um e em Cartagena os vendiam a 200. O modo como os transportavam era o mais cruel e desumano: um terço morria pelo caminho. Todos os tratavam mal. Somente um homem os recebia bem: era Claver.
Ao chegar um navio negreiro, padre Claver enchia vários cestos com laranjas, limões, biscoitos e outros alimentos e medicamentos, e ia receber os escravos. Antes de tudo, procurava os mais enfermos e graves. Falava com todos por meio de gestos ou de intérpretes e eles ficavam admirados com sua grande amabilidade e bondade. Repartia os alimentos e os medicamentos e tratava de ajudá-los em tudo o que lhe era possível.
Padre Claver passava o dia visitando e ajudando os mais enfermos e abandonados Tinha sete intérpretes que sabiam os idiomas dos negros e por meio deles falava aos recém-chegados. Os negros, no começo, tinham desconfiança daquela pessoa de batina negra esfarrapada e diferente dos outros brancos que os compravam e vendiam, mas depois percebiam que aquele homem era um generoso protetor e lhe tinham muito carinho e veneração.
Pedro dedicava-se a instruir os escravos a respeito da religião e, quando já haviam aceitado que há um só Deus, que enviou seu Filho para nos salvar e que premia os bons e castiga os maus, ele os batizava. Em 40 anos, conforme os biógrafos, teria batizado mais de 300 mil negros. Depois de passar 40 anos atendendo aos mais abandonados da sociedade, foi atacado por altíssimas febres, talvez malária, tão comum na Colômbia daqueles tempos, que o deixaram paralisado e, por 4 anos, imobilizado na cama. No dia 8 de setembro de 1654, com 74 anos, "Pedro Claver, escravo, dos escravos", morreu santamente. Em 1888, o papa Leão XIII declarou-o santo, proclamando-o patrono dos missionários que trabalha
m entre os negros.A ALMA DE PEDRO
Alguns poderiam achar estranho o comportamento de Pedro Claver, que trabalhou para a humanização da escravidão, mas que, segundo consta, não defendia a abolição da mesma, como uns poucos personagens de seu tempo. Para Pedro, o problema imediato era humanizar a escravidão que estava debaixo dos seus olhos e levar alívio aos sofrimentos dos escravos negros.
Sua vida de dedicação total aos escravos, como ele dizia, a exemplo de Cristo, queria ser a manifestação concreta do amor de Jesus pelos homens que mais sofriam. Vivia uma vida de penitente, para estar mais perto dos que eram obrigados a uma vida miserável, pela ganância dos senhores escravocratas.
Ele vivia, praticamente, na mesma condição dos escravos e por isso estes o aceitavam: porque o viam como irmão de sofrimento. Não lhe interessavam as disputas teóricas, mas a pessoa real que estava à sua frente, com uma dor que marcava o corpo e a alma. Sua canonização, de fato, foi decretada pelo povo, antes da Igreja.
Fonte:http://www.pime.org.br/mundoemissao/espiritmclaver.htm
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Dia de Madre Teresa de Calcutá. Uma santa em nossos dias.
ORAÇÃO A BEATA TERESA DE CALCUTÁ
Beata Teresa de Calcutá, desejando ardentemente amar a Jesus como nunca havia sido amado, te entregastes completamente a Ele, sem negar-lhe nada. Em união com o Coração Imaculado de Maria, aceitastes o chamado de Jesus para saciar sua sede infinita de amor e almas e assim ser portadora de seu amor pelos mais pobres entre os pobres. Com confiança cheia de amor e abandono total cumpriste sua vontade, testemunhando a alegria de pertencer a Ele totalmente. Te unistes tão intimamente a Jesus, teu esposo crucificado, que Ele, suspenso na cruz, se dignou compartilhar contigo a agonia de seu coração.
Beata Teresa, tu que prometestes trazer continuamente a luz do amor aqueles que vivem na terra, intercede para que também nós desejemos saciar a ardente sede de Jesus, amando-o apaixonadamente, compartilhando seus sofrimentos com alegria e servindo-o de todo o coração em nossos irmãos e irmãs, especialmente naqueles que, mais que todos, não são amados e não são desejados. Amém.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
BEATO INÁCIO DE AZEVEDO E 39 COMPANHEIROS MÁRTIRES
m 24 de agosto de 1568, para conseguir reforços para o Brasil. Reuniu uma expedição de 73 religiosos, e zarparam nas três naus da frota do Governador do Brasil. A nau em que viajavam Inácio e um dos grupos foram atacados por protestantes calvinistas que quiseram poupar os sobreviventes da luta mas gritaram contra os jesuítas: “Mata, mata, porque vão semear doutrina falsa no Brasil”. Inácio foi ao encontro deles, com uma imagem de Nossa Senhora nas mãos, dizendo a alta voz: “Todos me sejam testemunhas como morro pela Fé católica e pela Santa Igreja Romana”. Já ferido mortalmente, dizia a seus companheiros: “Não choreis, filhos. Não chegaremos ao Brasil, mas fundaremos, hoje, um colégio no céu”.O massacre se repetiria um ano depois, com outros 12 integrantes dessa expedição missionária, que ainda tentavam navegar rumo ao Brasil. Foi o martírio de Pero Dias e seus companheiros.
Humanamente falando era uma catástrofe para a evangelização do Brasil, mas aos olhos de Deus os mártires são os melhores evangelizadores. Tanto na Europa como aqui em nossas terras, sobretudo, logo foram aclamados “Padroeiros do Brasil” , e conhecidos em toda a cristandade comovida como “Mártires do Brasil”, ou “40 Mártires”. O primeiro grupo de mártires, os 40 de julho de 1570, foi beatificado em 11 de maio de 1854, pelo Bem-aventurado Pio IX. Tratava-se, nesse caso, do reconhecimento e aprovação de um culto que já existia anteriormente. 40 Mártires do Brasil
Os Beatos Inácio de Azevedo e seus 39 companheiros sempre foram conhecidos em Portugal como “Mártires do Brasil”, e era assim que eles também eram conhecidos aqui desde o seu martírio.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Quem quer casar? ainda há tempo, Viva Sto Antônio!


domingo, 22 de maio de 2011
IR. DULCE É BEATIFICADA EM SALVADOR
Irmã Dulce (1914-1992) foi beatificada no final da tarde deste domingo, em cerimônia realizada no Parque de Exposições de Salvador, com a presença de cerca de 70 mil fiéis.
Presidiu à cerimônia o cardeal Geraldo Agnelo, arcebispo emérito de Salvador. Estavam presentes o núncio apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri, o arcebispo de Salvador, Dom Murilo Krieger, entre outros clérigos.
A imagem oficial da beata Irmã Dulce estava colocada no palco e foi descerrada ao final da missa.
Milhares de pessoas estavam reunidas no Parque de Exposições desde o início da tarde. Antes da missa de beatificação, houve shows, testemunhos e a encenação de uma peça de teatro que retratou a vida de
Irmã Dulce.Cláudia Cristina, que recebeu o milagre por intercessão de Irmã Dulce – a cura de uma forte hemorragia não controlável durante o parto –, emocionou-se ao falar da graça, que teve reconhecimento do Vaticano no processo de beatificação.
"Estou muito agradecida. Confio em Deus e não sabia da história de Irmã Dulce, mas o milagre é incrível. Por tudo que passei, não era para eu estar aqui hoje. Basta crer, que tudo é possível. Eu acredito totalmente no milagre", disse, entre lágrimas, segundo refere o jornal A Tarde.
Os pequenos atos de amor de Irmã Dulce se traduziram em grandes obras sociais: ela fundou a União Operária de São Francisco, um movimento cristão de operários na Bahia.
Mais tarde, começou a refugiar pessoas doentes em casas abandonadas em uma ilha de Salvador. Expulsa do lugar, ela peregrinou durante uma década, levando os seus doentes por vários lugares.
Por fim, instalou-os no galinheiro do Convento Santo Antônio, que improvisou em albergue e que deu origem ao Hospital Santo Antonio, o centro de um complexo médico, social e educacional que continua com as portas abertas para os pobres da Bahia e de todo o Brasil.
O incentivo para construir a sua obra, Irmã Dulce teve do povo baiano, de brasileiros dos diversos estados e de personalidades internacionais. Em 1988, ela foi indicada pelo governo brasileiro para o Prêmio Nobel da Paz.
Oito anos antes, no dia 7 de julho de 1980, Irmã Dulce ouviu do Papa João Paulo II, na sua primeira visita ao país, o incentivo para prosseguir com a sua obra. Os dois voltariam a se encontrar em 20 de outubro de 1991, na segunda visita do Sumo Pontífice ao Brasil.
João Paulo II fez questão de quebrar o rigor da sua agenda e foi ao Convento Santo Antônio visitar Irmã Dulce, já bastante debilitada, no seu leito de enferma. (Fonte ZENIT)
quarta-feira, 18 de maio de 2011
CANÇAO NOVA TRANSMITE BEATIFICAÇAO DE IR DULCE EM SALVADOR
SÃO PAULO, quarta-feira, 18 de maio de 2011 (ZENIT.org)
A TV Canção Nova, em parceria com a TVE/Bahia, será responsável pelo pool de transmissão da beatificação de Irmã Dulce para canais de todo o Brasil no próximo dia 22/5, a partir das 16h.
As emissoras de todo o país que desejarem o sinal gratuito de transmissão poderão entrar em contato diretamente com o
Departamento de Mídia (tvmidia@cancaonova.com) da TV Canção Nova, com sede em Cachoeira Paulista (SP).Além da cobertura da TV Canção Nova, mais de 30 profissionais do sistema de comunicação (TV, Rádio AM e FM, Portal e WebTV) estarão envolvidos na cobertura do evento, direto de Salvador (BA) com flashs ao vivo no sábado, 21, e no domingo, 22, e a transmissão da Santa Missa de beatificação marcada para as 17h.
A emissora também transmitirá dois documentários sobre a vida de irmã Dulce. O primeiro vai ao ar no domingo, às 16h; o segundo será veiculado após a missa e conta a história do milagre que a elevou aos altares.
Beatificação
A cerimônia de beatificação, presidida por Dom Geraldo Majella Agnelo, nomeado Delegado Papal por Bento XVI, terá início com o rito de beatificação, que consiste em leitura da biografia resumida da religiosa, leitura da proclamação de beatificação e descerramento da imagem oficial de Irmã Dulce como “Bem Aventurada Dulce dos Pobres”. Este será o auge do evento, que espera receber cerca de 60 mil fiéis no Parque de Exposições da capital baiana.
Irmã Dulce
Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes nasceu em Salvador (BA) em 1914. Conhecida como o “Anjo bom da Bahia”, destacou-se por suas obras de caridade aos pobres e necessitados.
O espaço onde atendia os doentes é atualmente um dos maiores hospitais de Salvador, com atendimentos de emergência gratuitos. O processo de beatificação tramitou durante 10 anos no Vaticano.
A graça obtida pela intercessão de Irmã Dulce, em 2003, foi examinada primeiramente no Brasil e reconhecida pelos peritos médicos como um caso que não pôde ser explicado pelos meios da ciência.
Os peritos e os cardeais da Congregação para as Causas dos Santos foram unânimes no reconhecimento deste milagre, constando que se tratava de um caso extraordinário de cura – o estancamento instantâneo de uma hemorragia.
domingo, 1 de maio de 2011
PAPA JOÃO PAULO II É BEATIFICADO

"De agora em diante o papa João Paulo será chamado beato", proclamou em latim o papa Bento 16, trajando vestes brancas e douradas e determinando que o dia dedicado a seu predecessor será o 22 de outubro, data da inauguração do pontificado de João Paulo, em 1978.
Depois da leitura da proclamação por Bento, em meio aos aplausos da multidão, foi apresentada uma tapeçaria que mostra o rosto sorridente do beato.
A praça São Pedro estava lotada, e a multidão chegou até o rio Tibre, a mais de meio quilômetro de distância. Os fiéis, muitos deles cantando e carregando suas bandeiras nacionais, avançaram em direção ao Vaticano ainda antes do amanhecer, vindos de todas as direções, para se assegurarem de uma boa posição para acompanhar a missa.
A polícia estimou a multidão na área do Vaticano em cerca de 1,5 milhão de pessoas. Muitos fiéis passaram a noite na praça, enfeitada com cartazes do falecido papa e com um de seus dizeres mais famosos: "Não tenham medo!".
Em sua homilia, Bento 16 louvou João Paulo 2o dizendo que ele tinha "a força de um titã", e afirmou também que ele deu a milhões de pessoas "a força necessária para ter fé".
"Abençoe-nos agora", pediu o papa.
Muitos dos fiéis presentes vieram da Polônia, o país de origem de João Paulo. Dezenas de bandeiras polonesas vermelhas e brancas eram agitadas no meio da multidão, e muitos aplausos foram ouvidos quando um grupo de poloneses soltou uma grande faixa dizendo "Obrigado, Deus", segurada ao alto por balões.
"Estivemos no funeral dele e não podíamos deixar de estar aqui para vê-lo beatificado", falou Janusc Skibinski, 40 anos, que fez uma viagem de carro de 29 horas com sua família, vindo de sua casa perto da fronteira da Polônia com Belarus.
Um lugar de honra foi reservado para a irmã Marie Simon-Pierre Normand, freira francesa que sofria da doença de Parkinson e cuja cura inexplicável foi atribuída à intercessão de João Paulo 2o junto a Deus para fazer um milagre, fato que forneceu a justificativa para sua beatificação.
Depois da proclamação, a freira segurou ao alto um relicário de prata com um frasco de sangue tirado do papa nos últimos dias de sua vida para o caso de ser necessário uma transfusão.
Para que João Paulo 2o possa ser canonizado, o Vaticano terá que atribuir outro milagre à intercessão dele, depois de sua beatificação.
João Paulo foi beatificado no dia em que a Igreja celebra o Dia da Divina Misericórdia.
A cerimônia de beatificação teve a presença de cerca de 90 delegações oficiais de várias partes do mundo, incluindo membros de cinco famílias reais europeias e 16 chefes de Estado.
sábado, 19 de março de 2011
São José, Rogai por nós!!

A vós, S. José, recorremos em nossa tribulação e, depois de ter implorado o auxílio de Vossa Santíssima Esposa, cheios de confiança solicitamos também o Vosso patrocínio. Por este laço sagrado de caridade que Vos uniu à Virgem Imaculada Mãe de Deus, e pelo amor paternal que tivestes ao Menino Jesus, ardentemente Vos suplicamos que lanceis um olhar benigno para a herança que Jesus Cristo conquistou com seu Sangue, e nos socorrais em nossas necessidades com o Vosso auxílio e poder. Protegei, ó Guarda providente da Divina Família, a raça eleita de Jesus Cristo. Afastai para longe de nós, ó Pai amantíssimo, a peste do erro e do vício. Assisti-nos do alto do céu, ó nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas; e assim como outrora salvastes da morte a vida ameaçada do Menino Jesus, assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus contra as ciladas de seus inimigos e contra toda adversidade. Amparai a cada um de nós com o Vosso constante patrocínio a fim de que, a Vosso exemplo e sustentados por Vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, morrer piedosamente e obter no céu a eterna bem-aventurança. Amém.

