segunda-feira, 12 de maio de 2008
Retiro - Postulinter - Encontro dos acólitos
Bento XVI implora um novo Pentecostes
Em minha mensagem por ocasião da próxima Jornada Mundial da Juventude, 2008, propus aos jovens que redescubram a presença do Espírito Santo em sua vida e, portanto, a importância destes sacramentos. Hoje quero ampliar o convite a todos: redescubramos, queridos irmãos e irmãs, a beleza de ser batizados no Espírito Santo; retomemos consciência de nosso Batismo e de nossa Confirmação, mananciais de graça sempre atual.
Peçamos à Virgem Maria que alcance também hoje para a Igreja um novo Pentecostes, que infunda em todos, em especial nos jovens, a alegria de viver e testemunhar o Evangelho.
sábado, 10 de maio de 2008
Domingo de Pentecostes

O poder do alto
Todos vimos em alguma ocasião a cena de um carro quebrado: dentro está o motorista e detrás uma ou duas pessoas empurrando o veículo, tentando inutilmente dar-lhe a velocidade necessária para que funcione. Param, secam o suor, voltam a empurrar... E de repente, um ruído, o motor começa a funcionar, o carro avança e os que o empurravam se erguem com um suspiro de alívio. É uma imagem do que ocorre na vida cristã. Caminha-se à base de impulsos, com fadiga, sem grandes progressos. E pensar que temos à disposição um motor potentíssimo («o poder do alto!») que espera só que o façamos funcionar. A festa de Pentecostes deverá ajudar-nos a descobrir este motor e como colocá-lo em movimento.
O relato dos Atos dos Apóstolos começa dizendo: «Ao chegar o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos em um mesmo lugar». Destas palavras deduzimos que Pentecostes pré-existia... a Pentecostes. Em outras palavras: havia já uma festa de Pentecostes no judaísmo e foi durante tal festa que o Espírito Santo desceu. Não se entende o Pentecostes cristão sem levar em conta o Pentecostes judaico que o preparou. No Antigo Testamento houve duas interpretações da festa de Pentecostes. No princípio era a festa das sete semanas, a festa da colheita, quando se ofereciam a Deus as primícias do trigo; mas sucessivamente, e certamente em tempos de Jesus, a festa se havia enriquecido de um novo significado: era a festa da entrega da lei no monte Sinai e da aliança.
Se o Espírito Santo vem sobre a Igreja precisamente no dia em que em Israel se celebrava a festa da lei e da aliança, é para indicar que o Espírito Santo é a lei nova, a lei espiritual que sela a nova e eterna aliança. Uma lei escrita já não sobre tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, que são os corações dos homens. Estas considerações suscitam de imediato uma interrogação: vivemos sob a antiga lei ou sob a lei nova? Cumprimos nossos deveres religiosos por constrição, por temor e por costume, ou ao contrário por convicção íntima e quase por atração? Sentimos Deus como pai ou como patrão?
Concluo com uma história. No princípio do século XX, uma família do sul da Itália emigra aos Estados Unidos. Como carecem de dinheiro suficiente para pagar as refeições no restaurante, levam consigo alimento pela viagem: pão e queijo. Com o passar dos dias e das semanas, o pão se endurece e o queijo mofa; em certo momento, o filho não o agüenta mais e não pára de chorar. Então seus pais tiram os poucos trocados que restam e que dão para desfrutar uma boa refeição no restaurante. O filho vai, come e volta a seus pais banhado em lágrimas. «Como? Gastamos tudo para pagar-lhe um almoço, e você continua chorando?». «Choro porque descobri que uma refeição por dia no restaurante estava incluída no preço, e passamos todo o tempo a pão e queijo!». Muitos cristãos realizam a travessia da vida «a pão e queijo», sem alegria, sem entusiasmo, quando poderiam, espiritualmente falando, desfrutar cada dia de todo «bem de Deus», tudo «incluído no preço» de ser cristãos.
O segredo para experimentar aquilo que João XXIII chamava de «um novo Pentecostes» se chama oração. É aí onde se acende a «chama» que liga o motor! Jesus prometeu que o Pai celestial dará o Espírito Santo a quem o pedir (Lc 11, 13). Então, vamos pedir! A liturgia de Pentecostes nos oferece magníficas expressões para fazê-lo: «Vinde, Espírito Santo... Vinde, Pai dos pobres; vinde, doador dos dons; vinde luz dos corações. No esforço, descanso; refúgio nas horas de fogo; consolo no pranto. Vinde, Espírito Santo!».
Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos ( 7° dia)
"O diálogo ecumênico é o horizonte do futuro."
Disse o Papa Bento XVI
Rezem!
Senhor Deus, na perfeita unidade de vosso ser, cultivai em nossos corações o desejo ardente e a esperança da unidade, para jamais cessarmos de trabalhar a serviço de vosso evangelho. Nós vos pedimos por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém
O Evangelho do domingo 11 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos ( 6° dia)
Creio que “na prática deste amor e compreensão podemos encontrar profundidade”. “Tivemos um intercâmbio de experiência religiosa pessoal de nossa própria fé”. “A união de budistas e cristãos em prol de um mundo mais pacífico, é uma verdadeira benção. A pesar de todas as diferenças, as aparentes diferenças, cultura e tradição. Inclusive “agora mesmo, ao ouvir a benção do Papa Bento XVI pudemos sentir muita força e motivação para a cooperação”.
Rezem!
Senhor, fazei de nós vossos discípulos, à escuta da palavra dia e noite. Em nossa estrada para a unidade, dai-nos a paciência para saber esperar os frutos no devido tempo. Quando os preconceitos e a desconfiança tomarem conta de nós, concedei-nos a humildade paciência necessária a reconciliação. Amém.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Maria pode impulsionar o ecumenismo?
A veneração a nossa Mãe se fundamenta na Sagrada Escritura. Maria canta no Magnificat: «Desde agora, todas as gerações me chamarão bem-aventurada». Estas palavras são uma profecia e, por sua vez, uma missão para a Igreja de todos os tempos.
Os cristãos não inventaram nada novo quando começaram a louvar Maria. Ao contrário, descuidariam do que lhes foi confiado se não o fizessem. Eles se afastariam da palavra bíblica, e não glorificariam a Deus como Ele quer ser glorificado.
Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos ( 5° dia)
Ut unum sint!
“... Eis porquê, mesmo diante das dificuldades e das divisões, os cristãos não podem resignar-se nem ceder ao desencorajamento. Isso pede a eles o Senhor: perseverar na oração para manter viva a chama da esperança e o anseio pela plena unidade. Ut unum sint! Sempre ressoa no nosso coração este convite de Cristo”.
Rezem!
Senhor, faze de nós discípulos à escuta de tua Palavra dia e noite. Em nossa estrada para a unidade, dá-nos a paciência para saber esperar os frutos ao seu tempo. Quando os preconceitos e a desconfiança tomarem conta de nós, concede-nos a humilde paciência, necessária para a reconciliação. Nós te pedimos. Amém.