segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Missa celebrada na Igreja do Gesù

Já foi celebrada a SANTA MISSA que deu inicio a Congregação Geral na Igreja do Gesù. Foi presidida pela Cardeal Franc Rodé, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica.
Ao término da missa houve a veneração dos retos mortais de Santo Inácio de Loyola, conservada sobre o altar direito da Igreja, e se acendeu uma lâmpada que permanecerá acesa durante todo o período da Congregação Geral. Se aconselha que se acenda uma lâmpada em todas as Igrejas confiadas a Companhia como testemunho de união de todos os jesuítas que estão em oração pelo êxito da Congregação.

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JESUÍTAS REUNIDOS PARA A SUA 35ª CONGREGAÇÃO GERAL

A Companhia de Jesus inicia nesta segunda-feira, aqui em Roma, a sua 35ª Congregação Geral, durante a qual irá eleger o seu novo superior, que substituirá o padre Peter-Hans Kolvenbach, e tratará temas relativos ao futuro da ordem.A reunião, que não tem tempo de duração na qual participam 225 jesuítas, dos quais 217 eleitores, teve início nesta manhã com uma missa na Igreja de Jesus, onde está o altar que custodia os restos mortais de Santo Inácio de Loyola, seu fundador.Pe. Kolvenbach apresentará sua renúncia ao cargo no início da assembléia por razões de saúde; ele completa neste ano 80 anos, 24 dos quais como máximo responsável da ordem, razões aceitas pelo Papa Bento XVI.Segundo a Constituição dos Jesuítas, o cargo de Prepósito Geral é vitalício e somente se elege um novo no caso de falecimento, por enfermidade grave ou se, em consciência, o mesmo considera que deva renunciar. Para a eleição do máximo responsável dos jesuítas não há candidatos e a mesma é feita por maioria numa votação secreta.Pe. Kolvenbach declarou à Rádio Vaticano que durante a Congregação Geral será traçada, com a nomeação do novo superior, o projeto da Companhia para este século, pois “elegendo um outro, entre os milhares de jesuítas capazes para o cargo, a Companhia diz o que espera para o futuro”. O provincial da Companhia da região Bética, na Espanha, Pe. Francisco José Luíz, não descartou recentemente a possibilidade de que o novo Prepósito Geral seja do Terceiro Mundo.A Congregação Geral, órgão supremo do governo da Companhia de Jesus, tratará, além da eleição do novo Prepósito Geral, de temas de interesse para sua missão, como a promoção da justiça no mundo, a colaboração com os leigos, o diálogo Inter-religioso e a ecologia. A Companhia de Jesus Jesús, fundada em 1540 por Santo Inácio de Loyola, é a mais numerosa da Igreja católica, com mais de 19.000 membros. (SP)
Fonte: Radio Vaticano: www.radiovaticana.org

domingo, 6 de janeiro de 2008

Uma prece pela Companhia de Jesus

En esta ocasión, la primera parte de la CG se dedicará a la elección de un nuevo Superior General, puesto que el P. Peter-Hans Kolvenbach, como ya anunció en la convocatoria de la CG, renunciará a su cargo. Aunque se trata de un cargo vitalicio, las Constituciones de la Compañía de Jesús contemplan la posibilidad de renunciar, si el General lo considera conveniente, en conciencia. El P. Kolvenbach, después de obtener el consentimiento del Papa y escuchar a sus consejeros y provinciales, ha decidido presentar su renuncia, aduciendo su avanzada edad y la larga duración de su gobierno, puesto que se encuentra próximo a cumplir los 80 años y su generalato durará casi 25 años.En el proceso de elección de un General no existen candidaturas ni campañas , es más, está prohibido realizarlas a favor o en contra de alguien. Para preparar la sesión de elección, al inicio de la Congregación General se presenta un examen de la situación actual de la Compañía de Jesús y los principales retos a afrontar. Este diagnóstico permitirá a los electores tener en cuenta el perfil y las aptitudes deseables para el nuevo General. Después se inician unos días de intercambio y conversaciones entre los participantes, hasta el momento de la elección, que se realiza por votación secreta y precisa de mayoría absoluta . Se estima que el proceso de elección se complete, aproximadamente, en dos semanas a partir del inicio de la CG.
Fonte:www.cpalsj.org

Visitar e ser visitado

Epifania
Evangelho narrado e comentado por Pe. Li.Música: PC Bernardes, Nizan Guanaes e Marcos Ribeiro, Apareceu o Menino-Deus(CD "É Natal", Pe. Irala e Grupo OPA).


Uma estrela mostra o caminho. Uma voz lança um convite sobre toda a terra. Gente de todo o mundo vem adorar o Menino-Deus. Em Jesus Cristo, o Criador supera a barreira das línguas, das culturas, dos preconceitos e convida cada mulher e cada homem ao encontro, à partilha. Em Jesus Cristo, somos ao mesmo tempo os visitantes e os que se deixam visitar. Deus é hospitaleiro.

Fonte: http://oracaopelaarte.blogspot.com

sábado, 5 de janeiro de 2008

Eleição do novo Superior General da Companhia de Jesus

Jesuitas de todo el mundo (225) se reunirán en Roma a partir del 7 de enero para participar en la Congregación General 35 (CG 35) de la Compañía de Jesús. En ella deberán elegir a su nuevo Superior General, es decir, al sucesor del P. Peter-Hans Kolvenbach, que presentará su renuncia al comienzo de la Congregación.Además, la CG 35 tratará temas de interés para la Compañía de Jesús y su misión, que se refieren a los retos que el mundo actual plantea y a los cuales los jesuitas quieren dar respuesta: la promoción de la justicia , la ecología , la colaboración con los laicos , el diálogo interreligioso ... También se abordarán cuestiones de carácter más interno que tocan a lo característico del modo de vida de los jesuitas.La Congregación General es el órgano supremo de gobierno de la Compañía de Jesús que sólo se convoca para tratar asuntos de especial importancia o elegir a un nuevo Superior General. En ella participan jesuitas de todo el mundo. Algunos de ellos acuden por el cargo que ocupan, aunque la mayoría han sido elegidos en cada una de las provincias o regiones de la Compañía de Jesús, lo que hace de la Congregación General un órgano representativo del conjunto de los jesuitas del mundo. De los 225 participantes (sin incluir al P. General), 217 podrán votar en la elección del nuevo General, los 8 restantes intervendrán sólo en la discusión de los diferentes temas.Del mismo modo, los temas a tratar provienen de los "postulados" o peticiones que cualquier jesuita –participe o no en la Congregación- puede enviar antes de su comienzo. La CG 35 contará con la participación de 28 jesuitas españoles , de los cuales 16 representan a las 5 provincias jesuitas que existen en España. El resto representan a otras provincias en las cuales viven y desarrollan su trabajo.

Fonte: www.cpalsj.org

NOS UMBRAIS DA CONGREGAÇÃO GERAL 35

“Só d´Ele, portanto, se deve esperar que há de conservar e levar adiante esta obra que Ele se dignou começar para seu serviço e louvor e para ajuda das almas”

Em 2 de fevereiro do 2006 o P. Kolvenbach convocou a Congregação Geral 35 considerando que existiam as condições que Santo Inácio indica para isso nas Constituições “quando se tratar da eleição do Geral” (nº 677) ou de “assuntos importantes e de caráter permanente ou certas questões muito difíceis referentes a todo o corpo da Companhia ou ao seu teor de vida” (nº 680). Começou assim um processo de preparação que culminará em 7 de janeiro próximo quando, com uma Eucaristia na Igreja de Gesù, iniciem-se os trabalhos próprios desta reunião.Ao longo destes quase dois anos se realizaram Congregações Provinciais que, além de designar eleitores, enviaram “postulados” ou temas que as Províncias consideravam “assuntos importantes… referentes a todo o corpo da Companhia”. Somados aos remetidos por outros jesuítas, seja individualmente ou procedentes de grupos apostólicos, chegaram até o momento 412 postulados à Cúria Geral. Ao mesmo tempo, o P. Geral formou cinco comissões para estudar alguns assuntos que tinham sido destacados nas duas últimas reuniões de Superiores Maiores (Loyola 2000 e 2005) e na Congregação de Procuradores de 2003: apostolado social, colaboração jesuítas-leigos, vida comunitária, obediência apostólica, temas jurídicos. Em fevereiro do 2007 o P. Geral constituiu a Comissão Preparatória (Coetus Praevius) com dois eleitores por área geográfica (África, Ásia Meridional, Ásia Oriental, América Latina, Europa, Estados Unidos e Canadá) com a finalidade de classificar os postulados recebidos e elaborar Relações Prévias para os diversos temas. Terminado seu trabalho, a Comissão os remeteu aos 226 congregados e consultou seu parecer pessoal e coletivo, nas reuniões por Assistências ou Conferências. Durante sua segunda sessão, em fins de novembro, a Comissão revisou as respostas, percebeu uma grande semelhança e concordância entre elas, além disso, também com o trabalho por ela mesma realizado. Estabeleceu-se assim uma interação inédita entre a Comissão Preparatória e os Eleitores o que deve facilitar muito a orientação da Congregação, ao menos em seu início. Além disso, todas as comunidades foram recebendo breves subsídios sobre os temas das Relações Prévias para serem refletidos nas reuniões, incorporando-se desse modo à dinâmica preparatória da Congregação.Relatar este percurso é importante porque a Congregação, mais que um evento, é um processo todo ele orientado à união e fortalecimento do corpo apostólico. Uma Congregação Geral é, sem dúvida, uma instância de governo, a mais alta na elaboração legislativa da organização da Companhia. Para Inácio, entretanto, o governo estava em função da união do corpo. Nas Constituições fala das Congregações, na parte VIII, que trata precisamente dos “meios de unir com a cabeça e entre si aqueles que estão dispersos”. Estar dispersos na missão, ser “communitas ad dispersionem”, dispostos a partir para onde sejamos enviados, é a marca da Companhia. Normalmente são os Superiores os que ajudam a manter a união dos dispersos. As Congregações não nos devem “distrair” de estarmos em missão. Por isso só houve 35 em 460 anos de existência.Não obstante, o corpo precisa reunir-se para reforçar seus vínculos em “coisas de importância”. Mais ainda um corpo que, como a Companhia, encontra-se hoje disperso em mais de cem países e que nas últimas quatro décadas foi variando substancialmente sua composição sócio-cultural, enriquecendo-se com vocações nativas do sul e do oriente do mundo. A composição da CG 35 expressa essa diversidade: 18 procedem da África, 43 do Ásia Meridional (basicamente da Índia), 19 da Ásia Oriental e Austrália, 40 da América Latina, 30 dos USA e 76 da Europa. No total, 226 jesuítas (5 dos quais são irmãos) chamados a participar deste processo de discernimento coletivo gerador de vínculos mais estreitos.Embora procedam de diversas áreas geográficas, com preocupações e inquietações específicas, os que assistem à Congregação não vão como “delegados” nem a Congregação é um espaço de negociação, de lobbying ou de busca de possíveis acordos apostólicos. Para Inácio, a Congregação é a Companhia mesma. Trata-se, segundo as Constituições, de «convocar a Companhia» (nº 687). “Iria contra a idéia que Inácio tinha deste encontro de amigos no Senhor –nos recordava o P. Kolvenbach ao iniciar a CG 34- quem se achasse delegado ou eleito para defender ou promover uma ideologia ou opinião particular própria de uma província ou região”. Sempre, mas, sobretudo na Congregação, quem participa é, acima de tudo, membro do único corpo da Companhia. Porque o que se trata é de procurar juntos o que Deus quer da universal Companhia hoje, nas circunstâncias concretas do mundo e da Igreja. A Congregação é uma prática de discernimento de todo o corpo apostólico sobre assuntos que requerem uma definição. A metodologia (que inclui oração, reflexão pessoal, diálogos interpessoais, trabalho em grupos, plenárias) encaminha os participantes para “um mesmo sentir” sobre os diversos aspectos a tratar, seja a eleição do Geral e sua equipe de governo, sejam as orientações que se devem dar ao conjunto do corpo para o futuro próximo. O respeito a este modo de proceder é chave para que a Companhia sinta que é o Espírito quem a conduz em todo momento e essa experiência contribua a convicção necessária para levar suas orientações à prática.Para realizar seus objetivos a Congregação terá duas fases: a primeira está orientada para uma acertada eleição de um novo Superior Geral. Esta é a primeira ocasião em que o P. Geral apresenta a renúncia ao cargo estando ainda em condições de seguir na tarefa. A necessidade de renovação após 25 anos de governo e cerca de 80 anos de idade constituíram razão suficiente para dar este passo. A Congregação saberá agradecer o ótimo serviço prestado pelo P. Kolvenbach ao longo deste quarto de século antes de proceder à eleição de seu sucessor.Em sua segunda fase, a Congregação deve discernir também os temas sobre os quais deve tomar alguma decisão e o modo de formulá-los. Os postulados enviados expressaram as preocupações principais da Companhia: a globalização, a ecologia e o meio ambiente, a situação dos migrantes, refugiados e os indígenas em um mundo globalizado, a colaboração com os leigos na missão; a estes temas, somam-se também outros mais internos: situação atual da vida religiosa, nosso serviço à Igreja hoje, a promoção das vocações, a formação… Temas, sem dúvida, muito importantes. Não se deve esperar, entretanto, que a Congregação Geral formule decretos sobre todos e cada um deles. Faz parte do processo realizar um certo ordenamento que permita aos congregados perceber se, sobre estes assuntos ou outros, terá que tomar decisões que ajudem à Companhia e a sua missão no momento presente. Em temas chaves como vida no espírito, comunidade ou formação, a Congregação passada decidiu não elaborar decreto algum porque lhe pareceu que bastava levar a prática as orientações de Congregações anteriores ou encomendar a tarefa ao governo ordinário. portanto, as decisões a tomar devem circunscrever-se a «outras questões cuja solução ultrapassa a competência do Geral e dos que estão junto dele» (Constituições nº 689), quer dizer, a assuntos que excedem as reais possibilidades do governo ordinário. Finalmente, documentos exortativos ou orientações práticas? Profundas reflexões ou diretos decretos? Esta Congregação poderia contribuir também com inovações quanto ao estilo dos documentos produzidos. Cresce o desejo de concentrar a atenção não só nos textos necessários, mas também no cuidado de sua formulação. Esta deve responder a nossa situação de “mínima Companhia”, evitando a linguagem grandiloqüente; dialogando com nossos colaboradores na missão, excluindo todo protagonismo; aceitando humildemente nossas falhas e, ao mesmo tempo, expressando com claridade os aspectos constitutivos da vocação a que, em graça, fomos chamados. Estilo, portanto, esperançoso e estimulante para o corpo da Companhia (especialmente para os jovens) e para todos aqueles, leigos e religiosos, que se sentem parte desta rede apostólica inspirada pela espiritualidade inaciana. Continuemos orando pela Congregação sabendo que “só d´Ele, portanto, se deve esperar que há de conservar e levar adiante esta obra que Ele se dignou começar para seu serviço e louvor e para ajuda das almas” (Constituições nº 812).

Ernesto Cavassa, S.J.
Fonte: www,jesuita.org.br

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Ano novo? O que há de novo?

A novidade em questão se encontra em nós mesmos: buscamos um sentido de vida que antes era um dado, e que agora é fruto de uma conquista, naturalmente sustentada pela graça de Deus.
Feliz 2008!
Obrigado por ter acessado durante esse mês o nosso Blog. Esperamos sugestões, críticas e contribuições para a continuidade!