

O Mestre divino chamou pessoalmente os Apóstolos “para segui-lo e para pregar; eles, por sua vez, agregaram a si outros discípulos, fiéis colaboradores no ministério missionário. Assim no decorrer dos séculos, respondendo à vocação do Senhor e dóceis à ação do Espírito Santo, fileiras inumeráveis de presbíteros e pessoas consagradas puseram-se ao serviço total do Evangelho na Igreja. Por isso, o pontífice nos convida a darmos graças ao Senhor, que também hoje continua a convocar operários para a sua vinha. Não obstante em algumas regiões se registra uma preocupante escassez de sacerdotes e que não faltam dificuldades e obstáculos no caminho da Igreja, o Senhor continua escolher livremente, convidando pessoas de qualquer cultura e idade, segundo os insondáveis desígnios do seu amor misericordioso, para segui-lo.Por conseguinte, afirma o papa, o nosso primeiro dever é manter viva, através de uma oração incessante, esta invocação da iniciativa divina nas famílias e nas paróquias, nos movimentos e nas associações empenhados no apostolado, nas comunidades religiosas e em todas as articulações da vida diocesana. Devemos rezar para que todo o povo cristão cresça na confiança em Deus, sabendo que o “Senhor da messe” não cessa de pedir a alguns que livremente colaborarem com a sua obra da salvação. Entretanto, por parte daqueles que são chamados, o Senhor exige escuta atenta, discernimento prudente e adesão generosa e pronta ao seu projeto divino. A emblemática resposta humana, repleta de confiança na iniciativa de Deus resume-se no “Amém” generoso e total de Maria. Precisamente a Ela, Bento XVI confia todos os que sentem o chamamento de Deus para caminhar pela senda do sacerdócio ministerial ou da vida consagrada.O pontífice conclui sua mensagem convidando a não desanimar perante as dificuldades e as dúvidas, confiando em Deus e seguindo fielmente Jesus, como testemunhas da alegria que brota da união íntima com Ele.(Radio Vaticana)
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