sábado, 8 de março de 2008

ARSENAL DA ESPERANÇA RECEBE O NOME DE DOM LUCIANO MENDES

ARSENAL DA ESPERANÇA
Em cerimônia integrante do calendário de eventos comemorativos do Centenário da Arquidiocese de São Paulo, no 1º de março, o ARSENAL DA ESPERANÇA recebeu o nome de DOM LUCIANO PEDRO MENDES DE ALMEIDA.
O Arsenal da Esperança é uma obra social que surgiu no coração da cidade de São Paulo, como um dos frutos da amizade de Dom Luciano com um italiano chamado Ernesto Olivero, que na cidade de Turim já havia fundado o primeiro arsenal, o Arsenal da Paz, onde nasceram vários projetos de ajuda humanitária e de desenvolvimento, que se implantaram em quase uma centena de países do mundo, inclusive no Brasil.
Foi graças à inspiração, principalmente, dessas duas pessoas e a vontade de servir a Deus nos mais pobres, que o Arsenal da Esperança, no último dia 1 de fevereiro, completou doze anos de existência, período este em que tem sido, mais do que uma casa de acolhida, uma casa que acolhe todos aqueles que batem às suas portas na tentativa de reencontrarem o gosto pela vida e, assim, a esperança de dias melhores.
Ao longo de todo esse período, o Arsenal da Esperança funcionou 103.800 horas sem parar, prestando inúmeros serviços de assistência e promoção humana para os mais de 28.300 homens em situação de vulnerabilidade social, já acolhidos. Nesse sentido, cabe lembrar, a título de exemplo, as 12 milhões de refeições produzidas e distribuídas no próprio local, e os 9 mil inscritos em cursos de alfabetização, de informática e profissionalizantes, tudo graças à valiosa colaboração de funcionários, voluntários, amigos e instituições parceiras, privadas e públicas, entre as quais o Governo do Estado de São Paulo merece destaque especial.
Em decorrência de tudo isto e muito mais que, diariamente, é desfrutado pelas pessoas acolhidas e que, também, é percebido pelos visitantes, o nascimento e a vida do Arsenal da Esperança estão intimamente unidos à presença e aos ensinamentos de DOM LUCIANO PEDRO MENDES DE ALMEIDA.
Pelo inestimável bem que fez por onde passou, Dom Luciano é um ser humano insubstituível, um Homem de uma bondade infinita, própria de um santo, de um verdadeiro Homem de Deus. Dom Luciano foi um amigo da Paz e da Justiça, que amou a Igreja e os Pobres, e que, apesar de já estar na eternidade do Reino de Deus, tornou-se inesquecível para todos os que, como nós do Arsenal da Esperança, tiveram o privilégio e a honra de conhecê-lo.
É por estas razões que o Arsenal da Esperança, casa em que, de 1996 a 2006, Dom Luciano se hospedou sempre que veio a São Paulo, na mesma data em que comemorará o seu 12º aniversário de existência, será dedicado a DOM LUCIANO PEDRO MENDES DE ALMEIDA, selando definitivamente a união entre ambos.

Jo 7,40-53

“Jamais um homem falou assim!” é o que os guardas disseram aos sacerdotes do Templo. Também nós devemos exclamar o mesmo a todo aquele que nos pede a razão da nossa esperança (cf. 1Pe 3,15). Devemos reconhecer nas palavras de Jesus uma sabedoria que não é deste mundo e tirar delas o sentido último das nossas vidas.
Não temamos os inimigos de Cristo, sempre dispostos a nos amaldiçoar. “Bendizei os que vos amaldiçoam” (Lc 6,28). O que é pedido de nós é coragem e firmeza para proclamar o Cristo como o verdadeiro e único Salvador da humanidade.

Pe. D. Justino Silva de Souza, OSB

Debate sobre a dignidade da mulher

A missão da Santa Sé na ONU, em Nova Iorque, promove um debate em favor da posição feminina na sociedade e sobre a justiça económica. A missão e seus colaboradores nessa iniciativa - a fundação "Path to Peace", o Centro Vicentino Igreja e Sociedade e a Sant John's University, de Nova York - organizam o evento, no contexto da reunião da Comissão da ONU sobre o estatuto da mulher, neste dia 7 de Março. O tema do encontro será "A dignidade humana das mulheres na sociedade contemporânea: justiça económica e reforço". Nele serão abordadas questões de actualidade, fundamentais nos campos social, económico e de desenvolvimento, assim como políticas e programas para o fortalecimento económico das mulheres. A atenção concentrar-se-á sobre aspectos relativos à dignidade das mulheres na sociedade contemporânea, tais como seu papel na família, questões morais, legais, económicas e sociais, e o envelhecimento em condições de dignidade e segurança.

sexta-feira, 7 de março de 2008

A Mulher e a Defesa da Vida

A Campanha da Fraternidade sobre a defesa da vida olha com especial carinho e compromisso a mulher na Igreja e na sociedade. Hoje celebramos o dia internacional da mulher. Nossa reflexão enfoca a “hora da Mulher”.
1. Todo homem nasce de uma mulher e sobrevive graças a ela. Mulher quer dizer geradora e promotora da vida. O filho de Deus também é nascido de mulher. Todos somos, em relação à mulher, “ossos de seus ossos, carne de sua carne”. Deve, pois desaparecer toda discriminação e inferioridade feminina.
2. Mais da metade da humanidade é do sexo feminino. Isso revela que a promoção da mulher é um bem pra toda a sociedade. A reconciliação do homem e da mulher, é a primeira guerra que deve ser superada. A divisão de classe mais humilhante é a que existe entre o homem e a mulher. Infelizmente essa divisão é matriz de todas as outras. Uma nova sociedade e um mundo sem males, começa pela igualdade de dignidade do homem e da mulher. Este é o sonho de Deus. Homem e mulher são como a costela: “devem andar lado a lado”, como parceiros e não um contra o outro, nem um maior que o outro. O sonho divino é o de “uma só carne”, ou seja, de comunhão, unidade, respeito, complementaridade.
3. Famosas mulheres marcam a história da salvação e a sociedade atual. Como não reconhecer a força e a ternura da mulher nas escolas, hospitais, Igrejas, empresas, partidos etc? A família, porém, é lugar privilegiado onde homem e mulher, na condição de esposos e pais, influem poderosamente na educação dos filhos e na construção da sociedade. A libertação e emancipação da mulher não podem roubá-la de junto à família. O feminismo radical já foi revisto e redimensionado por feministas radicais. Há linhas feministas que beiram o revanchismo, o fanatismo, o radicalismo. Isso mais prejudica que constrói.
4. Na Igreja, Maria é anterior a Pedro. O perfil mariano tem prioridade ao perfil petrino. A mulher e leiga Maria é a mãe e discípula de Jesus. Partindo de Maria abrem-se muitas portas para novos ministérios da mulher. Quando não se leva a sério o feminino que se carrega dentro de si e que está na sociedade e na Igreja, corre-se o risco de ser prejudicado pela efeminação ou pelo machismo.
6. O mundo machista é frio, prepotente, patriarcal. Criou a guerra, a destruição da natureza, o crime organizado, as gangs, a anarquia. Já a mulher é mais criativa, intuitiva, dotada de bom senso e calor humano. Homem e mulher foram criados para serem companheiros, parceiros, aliados, con-criadores, complementares. Um aprende do outro, cresce com o outro, se encontro no outro. Sua vocação é para a comunhão no amor. Machismo e feminismo radicais são aberrações. É hora de superar o competitivo e abraçar o cooperativo, e inventar caminhos novos, pois o que faz a evolução é a confraternização, a associação, a colaboração.

* Dom Orlando Brandes é arcebispo de Londrina (PR) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB

Eucarístia de encerramento da CG 35

  • En una lluviosa tarde, la eucaristía tuvo lugar a las 6.00 pm. A Clausura diferencia de la misa de apertura o de acción de gracias tras la elección, en esta ocasión no hubo multitud de periodistas deseosos de obtener fotos del nuevo Superior General de los jesuitas. Lo que sí hubo fueron muchísimos amigos y amigas de la Compañía, así como jesuitas de las casas de Roma, que llenaron la Iglesia del Gesú en una misa que resultó a la vez sencilla y solemne. Una vez más, el P. Vlastimil Duka dirigió un coro que llenó magistralmente la iglesia, terminando con un Te Deum mientras los consejeros del Padre General añadían incienso un brasero situado en el altar mayor. Cansados tras dos meses de intenso trabajo, pero satisfechos por el camino realizado, los delegados se han dado hoy el signo de paz cargado de afecto, entre compañeros y amigos que han rezado, discutido, escrito, debatido, y vivido una honda experiencia de Compañía y de Iglesia. Finalmente, tras dos meses con la atención puesta en Roma, la Compañía vuelve a su ritmo ordinario. Tras la eucaristía los primeros delegados emprendían ya los viajes de vuelta, que en los próximos días llevarán a los más de 200 jesuitas movilizados por la Congregación a todos los rincones del mundo.

Jo 7,1-2.10.25-30

4ª SEMANA DA QUARESMA
Jesus hoje sobe às ocultas a Jerusalém. Por vezes, Jesus também visita às ocultas a sua Igreja, que somos nós. Ele nos visita na pessoa do pobre, do enfermo, do endividado, de todos aqueles que sofrem. Somos capazes de reconhecê-lo? Ou será que reagimos como os habitantes de Jerusalém, que diziam: “esse nós sabemos de onde é...” (v. 27).
Não aconteça também a nós de desprezarmos o Senhor do universo quando ele se manifesta nas nossas vidas. Peçamos então a Deus que ele nos dê olhos e coração para reconhecê-lo nas visitas que ele nos faz, a fim de provar a nossa fidelidade e humildade.

Pe. D. Justino Silva de Souza, OSB

Conclusión de la CG35

El P. Mark Rotsaert, cuyo cargo como Secretario General de la Congregación había terminado pocas horas antes, estaba de pié delante de todos los delegados concelebrantes de la eucaristía que marcó el final de la Congregación General 35 de la Compañía de Jesús.
Quería decir unas palabras de agradecimiento al Padre General Adolfo Nicolás, quien horas antes había ya agradecido incansablemente a todos los demás. Rotsaert comentó que el P. Nicolás fue probablemente el único sorprendido el día de su elección, ya que todos los demás delegados estaban seguros de que era el Espíritu Santo quien guiaba el proceso de elección. “Hoy, dos meses más tarde”, dijo Rotsaert, “estamos confirmados en el acierto, hemos elegido bien, hemos escuchado bien al Espíritu.” A pesar de que el Padre Nicolás no habló mucho durante la segunda parte de la Congregación, “ha marcado el tono caluroso, cercano, de afecto, que ha guiado el frecuentemente difícil proceso de escribir decretos de temas tan amplios y difíciles.”En una lluviosa tarde, la eucaristía tuvo lugar a las 6.00 pm. A diferencia de la misa de apertura o de acción de gracias tras la elección, en esta ocasión no hubo multitud de periodistas deseosos de obtener fotos del nuevo Superior General de los jesuitas. Lo que sí hubo fueron muchísimos amigos y amigas de la Compañía, así como jesuitas de las casas de Roma, que llenaron la Iglesia del Gesú en una misa que resultó a la vez sencilla y solemne. Una vez más, el P. Vlastimil Duka dirigió un coro que llenó magistralmente la iglesia, terminando con un Te Deum mientras los consejeros del Padre General añadían incienso un brasero situado en el altar mayor. Cansados tras dos meses de intenso trabajo, pero satisfechos por el camino realizado, los delegados se han dado hoy el signo de paz cargado de afecto, entre compañeros y amigos que han rezado, discutido, escrito, debatido, y vivido una honda experiencia de Compañía y de Iglesia. Finalmente, tras dos meses con la atención puesta en Roma, la Compañía vuelve a su ritmo ordinario. Tras la eucaristía los primeros delegados emprendían ya los viajes de vuelta, que en los próximos días llevarán a los más de 200 jesuitas movilizados por la Congregación a todos los rincones del mundo.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Missa de enceramento da CG 35

Somos convidados a estarmos unidos aos nossos companheiros jesuítas que estão em Roma. Eles celebrarão ás 18.00 na Igreja do Gesú a Santa Missa de enceramento da CONGREGAÇÃO GERAL.
A Eucarístia será presidida pelo nosso Geral Adolfo Nicolas nesta quinta feira.